segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Meu novo artigo sobre o sistema monetário internacional

29.2.2016 – Wer Augen hat zu sehen erkennt: Das internationale Finanz- und Währungssystem nähert sich der Endphase einer kumulativen Krise. Wer Ohren hat zu hören horche auf: Das System ist nicht alternativlos von Antony P. Mueller. Vielen Bürgern und auch...
„Der Vertrauensverlust in das Geldsystem wird zunehmen“ Antony P. Mueller
29.2.2016 – Wer Augen hat zu sehen erkennt: Das internationale Finanz- und Währungssystem nähert sich der Endphase einer kumulativen Krise. Wer Ohren hat zu hören horche auf: Das System ist nicht alternativlos von Antony P. Mueller. Vielen Bürgern und auch…
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Indexação

Indexação e ‘feijão com arroz’

Toda vez que ouço que a inflação é causada pela indexação sinto um frio na barriga.

Sobretudo quando há um desastre fiscal em andamento, as autoridades não acham grave, e muita gente pensa em elevar o gasto público.
Mas foi isso o que disse o ex-ministro Bresser Pereira, outro dia, no Roda Viva, diante do semblante cordato, e invariavelmente debochado, do professor Belluzzo.
Bresser dizia também que vinha conversando com um parlamentar que tencionava propor uma lei vedando a indexação em relações econômicas em que o poder público fosse parte. Pelo que entendi, isto seria uma nova e poderosa ideia para prevenir ou combater a inflação.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/indexacao-feijao-com-arroz-18767139#ixzz41WUFuXlZ
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Macro III: A Grande Depressão


  1. A apresentação de Antony Mueller sobre "A Grande Depressão - armadilha de liquidez ou contração monetária? O papel do intervencionismo econômico" mostra que os dados não confirmam a existência da armadilha de liquidez, que o intervencionismo foi um fator da prolongação da crise e que a política monetária provocou e aprofundou a crise.

Economia Internacional: Análise de Balanço de Pagamentos

  1. Vídeo didático do Antony Mueller sobre a análise de balanço de pagamentos em sua relação com saldos financeiros macroeconômicos

Risco Brasil

 Risco-calote do Brasil já é igual ao de Angola, segundo a Moody's; confira tabela - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/4647325/risco-calote-brasil-igual-angola-segundo-moody-confira-tabela

Política econômica - custos do mau gestão

Os 7 maiores prejuízos causados pelo governo federal

Mensurar o tamanho do Estado brasileiro é uma tarefa inglória e quase impossível. Informações sobre as mais de 200 empresas estatais nas 3 esferas de governo (federal, estadual e municipal), as centenas de autarquias e fundações e mais de 11 milhões de funcionários públicos encontram-se perdidas entre dezenas de portais da transparência, que em muitos casos mais confundem que explicam. Não há qualquer centralização destas informações. Na parte contábil, no entanto, a situação muda um pouco de figura.
A Secretaria do Tesouro Nacional publica anualmente as informações contendo todos os ativos sob posse da União. Nele é possível descobrir, por exemplo, que os governos possuem R$ 1,03 trilhão em imóveis e R$ 498 bilhões em ações de empresas de inúmeros segmentos (número que caiu significativamente com a desvalorização da Petrobras). O que chama atenção, porém, é o total de ativos. São nada menos do que R$ 6,747 trilhões, ou 1,15 vezes o patrimônio de todas as famílias brasileiras somadas, que equivale a R$ 5,825 trilhões. Cerca de 77% deste patrimônio encontra-se com o governo federal.

Crise econômica - emprego

Taxa de desemprego deve saltar para 14% em 2017, prevê banco Fibra

Efeito defasado da crise deve elevar nível de desocupação quando a economia já estiver crescendo novamente
SÃO PAULO – O mercado de trabalho costuma ser o último setor a ser afetado em mudanças de ciclo econômico e, por isso, deve mostrar a maior deterioração decorrente da atual recessão apenas em 2017, quando a atividade já estiver se recuperando, segundo o banco Fibra.
“O efeito de mudanças da política monetária sobre a taxa de desemprego ocorre em defasagens mais longas do que no caso do produto [PIB]", observam os economistas Cristiano Oliveira e Camila de Caso, em relatório.
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Crise econômica - inflação

Explosão da crise caminha para “calote branco” e inflação a 20%


Economistas projetam cenário desolador para finanças públicas brasileiras em 2018 

SÃO PAULO – Atrasar o ajuste nas contas públicas brasileiras tem tornado mais próximo e provável um cenário de ruptura que resultará em inflação superior a 20% e impressão de moeda para pagar a dívida pública. Economistas consultados por O Financista acreditam que, caso a equipe econômica não arrume a casa, essa realidade virá a partir de 2018.
A deterioração das contas públicas irá, de acordo com os economistas, levar a uma mudança no perfil da dívida. Ou seja, os investidores ficarão relutantes em aceitar papéis prefixados, de longo prazo, e passarão a exigir juros mais elevados e vencimentos mais curtos. “O governo já está encurtando a dívida”, avalia Daniel Weeks, economista da Garde Asset Management.
“Estamos em uma situação onde a dívida pública é grande demais para permitir juros de primeiro mundo”, analisa Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos. O mercado não fala em um calote propriamente dito e isso tem uma razão bastante convincente: a maior parte da dívida brasileira, 95%, está em reais.
O tamanho do problema
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Brasil continua ser país do futuro

Entrevista: Brasil continua a ser o país do futuro, diz Gustavo Franco


A O Financista, ex-presidente do BC diz que governo Dilma lembra José Sarney no fim do mandato 
SÃO PAULO - Em meio à maior depressão econômica documentada desde o início do século 20, o ex-presidente do Banco Central (1997-1999) e um dos sócios-fundadores da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco, resume assim o quadro desolador: "O Brasil continua a ser o país do futuro."
Em entrevista a O Financista, o economista, autor de 14 livros publicados, falou sobre os problemas causados por um "governo desastroso" que culminam em um "tempo perdido, que não se recupera".
"Faço votos para que esta experiência lamentável de fracasso do 'pensamento alternativo' seja como a dos 'choques heterodoxos', que foram banidos do dicionário das coisas sérias em economia", afirma ele, que teve participação relevante na formulação do Plano Real (1994). Além de presidente do BC, Franco foi secretário adjunto de política econômica do Ministério da Fazenda.
Veja, abaixo, a entrevista
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Dívida brasileira rebaixada para "lixo"

 Moody's rebaixa nota soberana do Brasil para Ba2, nível "junk"; perspectiva é negativa -

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/4644186/moody-rebaixa-nota-soberana-brasil-para-ba2-nivel-junk-perspectiva

Moody's tira grau de investimento do Brasil

Agência derrubou nota do país em dois 'degraus' de uma só vez.
Das 3 maiores agências, só Moody's não tinha tirado selo de bom pagador.

A agência de classificação de risco Moody's rebaixou a nota do Brasil e tirou o grau de investimento – selo de bom pagador – do país nesta quarta-feira (24), como já era esperado. A nota do país caiu dois degraus de uma vez: passou de Baa3, o último nível dentro do grau de investimento, para Ba2, que é categoria de especulação. A agência também colocou o Brasil em perspectiva negativa, indicando que pode sofrer novo rebaixamento.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Insolvência do Brasil

Cresce percepção de insolvência do Brasil, diz Goldman Sachs


Notícia Publicada em 23/02/2016 15:10

Mercado teme falta de vontade do governo para lidar com o problema 

SÃO PAULO – Está crescendo no Brasil a percepção de que o governo pode dar um calote em sua dívida, constatou o economista sênior do Goldman Sachs, Alberto Ramos, em relatório.
"Há uma percepção crescente entre investidores e analistas de que o Brasil está em uma trajetória que pode eventualmente levar a uma insolvência fiscal no médio prazo, e o principal receio é o de que o governo ainda está por mostrar maior vontade ou força política para lidar com esses desafios crescentes", afirma.
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Convite

Três estudantes brasileiros de faculdades públicas e privadas serão selecionados pelas universidades Harvard e MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) para participar gratuitamente da segunda edição da Brazil Conference, realizada nos dias entre os dias 22 e 23 de abril em Cambridge, Estados Unidos.

O evento, organizado por universitários brasileiros das duas instituições, discutirá o futuro do Brasil e seu papel no mundo, abordando temas como saúde, educação, pobreza e segurança pública. O procurador-geral da República Rodrigo Janot, o jornalista William Waak e diretor executivo pelo Brasil do Fundo Monetário Internacional (FMI) Otaviano Canuto são alguns dos palestrantes.
Os estudantes, que devem ter mais de 18 anos, têm até o dia 25 de fevereiro para se inscrever. No formulário de inscrição, devem responder por que querem participar da conferência e enviar um vídeo de até 30 segundos com uma "pergunta crucial" sobre um dos pilares do evento.

Salários na "Justiça"

Salário de magistrado do RJ passa de R$ 600 mil, segundo levantamento

Valor é bem superior ao teto previsto por lei, de pouco mais de R$ 24 mil
Segundo o presidente do Tribunal de Justiça, pagamentos são legais.

Um levantamento feito nas folhas de pagamento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) revelou que os valores pagos a magistrados superam em mais de 25 vezes o teto previsto para o funcionalismo público. A presidência do Tribunal de Justiça afirmou que os pagamentos são legais.

Quase 30% dos brasileiros ganham até um salário mínimo, atualmente no valor de R$ 622.  Um desembargador do Tribunal de Justiça ganhou mais que este valor multiplicado por mil. Em setembro do ano passado, o salário do magistrado chegou a R$ 642.962,66.
Os salários milionários foram tema de uma reportagem publicada nesta terça-feira (24) no Jornal Estado de São Paulo. Segundo a matéria, novatos na carreira chegam a receber entre R$ 40 mil e R$ 150 mil. Valor bem superior ao teto previsto por lei, de pouco mais de R$ 24 mil.
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Veja também:
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/06/juizes-estaduais-e-promotores-eles-ganham-23-vezes-mais-do-que-voce.html

http://www.claudiawallin.com.br/2016/02/17/o-milagre-da-multiplicacao-dos-salarios-na-camara-r-22-mil-para-trabalhar-na-xerox/

Cartórios

Cartórios faturam R$ 1 bilhão por mês no Brasil

Dos mais de 13 mil cartórios, quase 5 mil estão em situação irregular, pois seus titulares não têm concurso público, como determina a lei

por
BRASÍLIA — Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que, em apenas um semestre, 13.233 cartórios brasileiros arrecadaram R$ 6 bilhões. O levantamento exclui 570 cartórios, que não informaram seus rendimentos ao CNJ. Em média, no período informado, os cofres de cada estabelecimento engordaram R$ 444 mil. O cartório mais rentável do país é o 9º Ofício de Registro de Imóveis do Rio. Em seis meses, ele recebeu R$ 48,5 milhões.
Em segundo lugar está o 11º Ofício de Registro de Imóveis de São Paulo, com R$ 44,1 milhões em um semestre. O terceiro colocado é o Serviço Registral de Imóveis e Títulos de Primavera do Leste, em Mato Grosso. O rendimento em seis meses foi de R$ 33 milhões.

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Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/cartorios-faturam-1-bilhao-por-mes-no-brasil-11337663#ixzz41055gymz
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Rússia aceita Yuan

Goodbye Petrodollar: Russia Accepts Yuan, Is Now China's Biggest Oil Partner

Russia reaps the rewards of dumping the dollar
Russia is now the top crude exporter to China, the largest (or second largest, depending on whom you ask) oil demand growth country in the world.
At the start of the decade, Saudi Arabia enjoyed a 20% share of Chinese crude imports, while Russia was lagging far behind with 7%. Now the Saudis find themselves neck and neck with Moscow for the lead in Chinese market share, with both performing in the 13-16% range. But Russia's share continues to rise, as The Kingdom struggles to maintain a foothold.

Brasil está perdendo uma década em apenas 3 anos

Brasil está perdendo uma década em apenas 3 anos

Não há recuperação à vista para a economia brasileira, com a incerteza política pesando sobre a confiança do investidor e sem sinal de avanço das reformas estruturais, segundo o gestor e ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.
Mesmo que sobreviva às tentativas de tirá-la do cargo, a presidente Dilma Rousseff não terá força suficiente para conseguir a aprovação das medidas necessárias para colocar a economia de volta nos trilhos, disse Fraga em entrevista.
O produto interno bruto per capita cairá em três anos tanto quanto na chamada década perdida dos anos 1980, disse ele na sede da Gávea Investimentos, a gestora que ele fundou em 2003, no Rio de Janeiro.
“Eu definitivamente não vejo o fundo do poço. Não estamos patinando, estamos afundando”, disse Fraga
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Veja também

Quanto ganho um professor do secundário e do primário na Suíça?

Salário do professor do ensino secundário:  7000 euros (28 000 R$) por mês e no ensino primário 5000 euros (20 000 /R$) por mês - como salário inicial. Ainda mais se paga nas escolas particulares para os professores.

Eine LCH-Studie gibt uns recht genaue Auskunft über die Lehrergehälter in der Schweiz: Eine Gymnasiallehrer/in verdient zum Berufseinstieg ca. 7.000 Euro monatlich, eine Grundschullehrer/in knapp 5.000 Euro monatlich. Die Gehälter liegen allerdings unter den Durchschnittsgehältern auf dem freien Arbeitsmarkt.


Investimentos GM

GM estuda cancelar investimento no Brasil

São Paulo - A General Motors pode rever seu plano de investimento no Brasil de R$ 6,5 bilhões, anunciado em julho passado, e com previsão de cobrir gastos até 2019. O presidente mundial da empresa, Dan Ammann, teme que o País continue com a economia paralisada, o que impedirá a reação do mercado automobilístico nos próximos anos. "Tenho esperança de ver sinais de avanços políticos e econômicos nos próximos 6 a 12 meses, o que vai nos permitir seguir o curso do investimento planejado." Do contrário, afirma ele, "vamos reavaliar".
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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Desastre judiciário

    Hélio Schwartsman: Desastre judiciário

    SÃO PAULO - A Justiça brasileira é um desastre. Ela consegue ser, ao mesmo tempo, perdulariamente cara e assustadoramente ineficiente.

Judiciário Brasil 2016

Mais de 90% dos magistrados do Rio receberam acima do teto em março


Rio - Oitocentos e quarenta e três juízes e desembargadores do Rio de Janeiro receberam vencimentos superiores ao teto constitucional no mês de março. Trinta e quatro ganharam mais de R$ 80 mil. O salário mais alto foi da diretora de um Fórum, que faturou R$ 129.253 mil. Dois meses antes, em janeiro, o contra-cheque de um juiz chegou a registrar R$ 241 mil.

Ao todo, dos 871 magistrados do estado, apenas 28 não ultrapassaram, em março, o limite de R$ 33.763, valor determinado pela Constituição Federal para o pagamento da categoria e que corresponde a cerca de 90% dos rendimentos de cada ministro do Supremo Tribunal Federal.

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Veja também:

Na relação com o PIB, Judiciário brasileiro custa quatro vezes o registrado na Alemanha


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Crescimento econômico do Brasil

Por que o Brasil não cresce mais?
Brasil na armadilha da renda média.
Brasil - vítima do keynesianismo vulgar
Brasil no voo de galinha
China e Brasil. A ilusão de recursos naturais


Crescimento do Brasil

Para Moody’s, Brasil não cresce mais que 2% ao ano até 2021


Notícia Publicada em 18/02/2016 13:48

Agência afirma que, após uma nova recessão em 2016, economia se estabilizará, mas nível de crescimento será baixo por cinco anos 
SÃO PAULO – A recessão que começou no ano passado deve continuar em 2017. E, quando ela terminar, o Brasil viverá um período de fraco crescimento econômico. Pelos próximos cinco anos, isto é, até 2021, o máximo que o país deve crescer é 2% a cada 12 meses. A projeção, nada lisonjeira para os brasileiros, foi publicada nesta quinta-feira (18) pela Moody’s. A agência é a única das três principais que ainda não tirou o grau de investimento do país.
“Não vislumbramos um crescimento do PIB de mais de 2% para cada um dos próximos cinco anos”, afirma, sem meias palavras, no Global Macro Outlook 2016-2017, divulgado hoje. As exportações, única atividade que pode representar uma esperança concreta neste momento, não são vistas com empolgação pela Moody’s.
A desvalorização real de 26% da moeda brasileira frente ao dólar no ano passado ajuda, mas não é um milagre. “Esses ganhos não são suficientes para compensar o recuo do investimento e do nível de emprego”, afirma a agência norte-americana de classificação de risco.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Produtividade

Brasil leva surra dos EUA em produtividade: como melhorar?

São Paulo - No início do século 20, o americano Henry Ford cunhou uma frase que continua presente nos manuais de gestão: “Há uma única regra para um industrial: faça produtos com a melhor qualidade possível, ao menor custo, pagando os salários mais altos que puder”.
Hoje óbvia, a lição de Ford foi tirada das experiências da primeira linha de montagem de carros, criada em 1913, em Highland Park, em Michigan. Nela, o operário passou a repetir a função de inserir as peças nos veículos, movidos numa esteira. O propósito dessa organização foi ganhar produtividade.
Cada empregado da Ford recebia 5 dólares ao dia — o dobro da média americana da época. No sistema fordista, um carro passou a ser montado em 98 minutos, com qualidade, preço baixo e volume de produção. O método, que exigia grande investimento em máquinas, foi amplamente copiado e transcendeu as fronteiras do setor automotivo e dos Estados Unidos.
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Um século depois, a obsessão de Ford pelo aumento de produtividade de homens e máquinas continua a ser um mantra. Do chão de fábrica, ela migrou para a agricultura, para a construção e para os serviços — e ganhou a dimensão das nações. Hoje, a produtividade é vista como uma medida da eficiência no uso de fatores como o capital e o trabalho.
A capacidade de fazer mais com os recursos disponíveis se tornou também um atalho para o desenvolvimento. “A melhor maneira de um país enriquecer é conseguir que cada trabalhador produza mais”, diz o economista José Alexandre Scheinkman, professor da Universidade de Princeton.

Veja também:
www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/01/1579952-por-que-a-produtividade-do-trabalhador-brasileiro-e-tao-baixa.shtml

Protecionismo contra livre comércio

Países pobres tributam pesadamente importados; países ricos têm suas fronteiras abertas
O fato de você estar utilizando este computador (ou tablet ou smartphone) significa, muito claramente, que você é um ardoroso defensor do livre comércio, ainda que você vocalmente não se manifeste desta maneira.  Sua vida sem o livre comércio seria horrivelmente desoladora.  Porém, graças à divisão do trabalho, que agora ocorre em escala global, você têm à sua disposição toda a abundância do mundo a preços continuamente em queda (a menos, é claro, que seu governo atrapalhe esse processo desvalorizando continuamente sua moeda e impondo tarifas de importação crescentes).

Bolsas de valores


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Economia brasileira

'Prévia' do PIB encolhe 4,08% em 2015 e aponta pior recessão em 25 anos
Do UOL, em São Paulo

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Supersalários

Extinção de supersalários renderia "uma CPMF" aos cofres públicos

De Brasília 
Em plena crise econômica, governos federais, estaduais e municipais gastam rotineiramente cifras absurdas com pagamento de servidores que recebem acima do teto constitucional.
Estimativas feitas por fontes do Ministério da Fazenda e do Congresso apontam que, caso a lei fosse de fato cumprida, a economia para os cofres públicos chegaria a quase R$ 10 bilhões por ano, considerando os governos federal, estadual e municipal.
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Posições no modelo GSMS-SS

Brasil: entre b e c - estagflação
Estados Unidos: entre c e d - depressão deflacionária
Japão: em a de volta sem recuperação - estagnação
Em todos os casos a miséria atual é o resultado da expansão monetária-fiscal de a para b


Funcionalismo

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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Método contra retórica

Método, e não retórica, deve reinar na economia
CARLOS EDUARDO GONÇALVES
MARCOS DE BARROS LISBOA
14/02/2016 02h05
RESUMO Uma vez que a economia ajuda nas escolhas feitas para a implementação de políticas públicas, cabe a ela usar dos procedimentos da ciência para ajudar a garantir a efetividade das propostas. Método, argumentos precisos e bases de dados acessíveis permitem a revisão crítica de acadêmicos e a verificação.

Economia não é literatura, em que boas histórias são suficientes. Ciência requer método: argumentos precisos que possam ser contrapostos a testes empíricos. Neste ensaio, utilizamos alguns exemplos para ilustrar como os procedimentos acadêmicos podem colaborar com a política econômica.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Economia Internacional - Prova I

19 de Fevereiro Prova I em Economia Internacional
Conteúdo - Parte I do livre de texto de Carvalho e Silva (veja Ementa)
1. Teoria Clássica do Comércio Internacional - vantagens absolutas e relativas
2. Teora da Política Comercial - Tarifas
3. Protecionismo contra Livre Comércio - Mercantilismo, Neomercantilismo, Substituição de Importação, Proteção da Indústria Nascente, Políticas de Empobrecimento do Vizinho
Recursos complementares
- Protecionismo - Medidas e consequências: https://www.youtube.com/watch?v=d0Mnr1xJZFY
- Política comercial - Tarifas: https://www.youtube.com/watch?v=OiWLg1bbvbM
- Vantagens relativas e absolutas - apresentaçao gráfica: https://www.youtube.com/watch?v=8hno4BVnSh8
- Vantagens relativas e absolutas - os ganhos do comércio: https://www.youtube.com/watch?v=xEqHI88MumQ

Brasil 2016

Brasil terá 2016 catastrófico, diz revista americana - e as causas são profundas - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/4604044/brasil-tera-2016-catastrofico-diz-revista-americana-causas-sao-profundas

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Brasil na recessão inflacionária

  1. Análise do caminho a estagflação do Brasil à luz do modelo GSMS-SS que mostra os fatores da combinação entre estagnação, recessão e inflação e documenta por que a política da demanda agregada de estímulos fiscais e monetárias não funcionam. O modelo GSMS-SS representa uma moderna versão da teoria austríaca do ciclo de negócios como foi elaborado por Antony Mueller.

Previdência

Reforma na Previdência será adiada até problema ficar caro demais, diz Giambiagi


Notícia Publicada em 10/02/2016 13:53

Economista considera que mudanças na aposentadoria são impossíveis de serem aprovadas no governo atual 
SÃO PAULO – Sem consenso na sociedade sobre a necessidade de uma reforma da Previdência, a tendência é que ela seja empurrada para debaixo do tapete até que o custo de protelar as mudanças seja superior ao de enfrentar o problema, a exemplo do que aconteceu com a hiperinflação. A avaliação é de Fabio Giambiagi, especialista em finanças públicas e previdência social.

Produtividade

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Petrobras

Petrobras tem mais funcionários que três maiores rivais somadas
Estatal tem 315 mil funcionários; três rivais somados têm 262 mil
A comparação da Petrobras às concorrentes ajuda a explicar a trágica situação da alquebrada estatal brasileira. Enquanto a Petrobras paga salários a 315.000 funcionários, entre efetivos (84.000) e terceirizados (231.000), lucrando US$1 bilhão em 2014, a Shell, a Exxon e a British Petroleum (BP), juntas, empregam 262.000 pessoas, 53.000 a menos que a brasileira, com lucros somando US$ 58,6 bilhões no mesmo ano.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A podridão no coração da economia brasileira

Taxa de desemprego

The Real Jobless Rate Is 42 Percent? Donald Trump Has a Point, Sort Of

Donald Trump seems quite certain that the real unemployment rate is higher than the 4.9 percent that the Bureau of Labor Statistics has reported it to be. A lot higher.
“Don’t believe these phony numbers when you hear 4.9 and 5 percent unemployment,” Mr. Trump said at his victory speech after the New Hampshire primary Tuesday night. “The number’s probably 28, 29, as high as 35. In fact, I even heard recently 42 percent.”
Mr. Trump might be bombastic, but he’s not entirely wrong! And the ways in which he is wrong are actually useful for anyone who wants to understand how to make sense of economic data.
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O que significa "eficiência econômica"

economic efficiencyEconomic efficiency is one of the most important concepts economists use to classify and understand the social world. Unfortunately, it is also one of the most misused. There are two aspects of economic efficiency, the positive and the normative, both of which must be understood in order to apply the concept fruitfully. The former involves analyzing whether a given state of affairs is or is not efficient; the latter involves ascertaining whether a given state of affairs ought to be changed, presumably in favor of a more efficient one. This essay will show how, after going over the positive aspects of efficiency, misunderstanding efficiency results in unjustified normative conclusions wherein efficiency becomes the stated motivation for public policy that (unintentionally) impedes the achievement of other social goods. The essay will conclude by arguing that economists’ misuse of one of their fundamental concepts is a consequence of their misunderstanding the scope of their discipline.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Riqueza e felicidade


Crescimento econômico - perspectiva histórica


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Dívida privada - EU, Euro, Japão, China

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Cristina Terra: Finanças Internacionais e macroeconomia da economia aberta

Principles of International Finance and Open Economy Macroeconomics: Theories, Applications, and Policies 1st Edition

Principles of International Finance and Open Economy Macroeconomics: Theories, Applications, and Policiespresents a macroeconomic framework for understanding and analyzing the global economy from the perspectives of emerging economies and developing countries.
Unlike most macroeconomic textbooks, which typically emphasize issues about developed countries while downplaying issues related to developing countries, this book emphasizes problems in emerging economies, including those in Latin American countries.
It also explains recent developments in international finance that are essential to a thorough understanding of the effects and implications of the recent financial crisis.
  • Concentrates on developing country perspectives on International Finance and the Economy, including those in Latin American countries
  • Provides case studies and publicly available data allowing readers to explore theories and their applications
  • Explains recent developments in international finance that are essential to a thorough understanding of the effects and implications of the recent financial crisis
  • Proposes a unified mathematical model accessible to those with basic mathematical skills
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Estados Unidos - PIB per capita desde 1790

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Bolsas

Now Accepting Fellowship Applications for the 2016 – 2017 Academic Year

Mercatus Center Academic & Student Programs is now accepting applications for the 2016 – 2017 academic year. We offer programs for students interested in political economy and public policy. Apply to one of our programs today for an opportunity to enhance your studies and get practical experience applying the economic way of thinking to current academic and policy questions!
The MA Fellowship is a two-year, competitive, full-time fellowship program for students pursuing a master's degree in economics at George Mason University who are interested in pursuing careers in public policy. It includes full tuition support, a stipend, and practical experience as a research assistant working with Mercatus policy scholars. It is a total award of up to $80,000 over two years. The application deadline is March 1, 2016.
The Adam Smith Fellowship is a one-year, competitive fellowship for graduate students attending PhD programs at any university, and in any discipline, including economics, philosophy, political science, and sociology. Smith Fellows receive a stipend and attend colloquia on the Austrian, Virginia, and Bloomington schools of political economy. It is a total award of up to $10,000 for the year. The application deadline is March 15, 2016.
The Frédéric Bastiat Fellowship is awarded to graduate students attending masters, juris doctoral, and doctoral programs at any university and in a variety of fields including economics, law, political science, and public policy. Bastiat Fellows receive a stipend and attend colloquia on public policy. It is a total award of up to $5,000 for the year. The application deadline is April 1, 2016.

A lei de retornos acelerados

The Law of Accelerating Returns

March 7, 2001 by Ray Kurzweil
An analysis of the history of technology shows that technological change is exponential, contrary to the common-sense “intuitive linear” view. So we won’t experience 100 years of progress in the 21st century — it will be more like 20,000 years of progress (at today’s rate). The “returns,” such as chip speed and cost-effectiveness, also increase exponentially. There’s even exponential growth in the rate of exponential growth. Within a few decades, machine intelligence will surpass human intelligence, leading to The Singularity — technological change so rapid and profound it represents a rupture in the fabric of human history. The implications include the merger of biological and nonbiological intelligence, immortal software-based humans, and ultra-high levels of intelligence that expand outward in the universe at the speed of light.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Brasil na estagflação


Análise do caminho a estagflação do Brasil à luz do modelo GSMS-SS que mostra os fatores da combinação entre estagnação, recessão e inflação e documenta por que a política da demanda agregada de estímulos fiscais e monetárias não funcionam. O modelo GSMS-SS representa uma moderna versão da teoria austríaca do ciclo de negócios como foi elaborado por Antony Mueller.
 

É preciso abrir a economia brasileira

·         As grandes empresas no Brasil não se integraram devidamente ao comércio internacional nas últimas décadas e perderam em produtividade.
A opinião é do economista Edmar Bacha, um dos formuladores do Plano Real e codiretor do Instituto de Estudos em Política Econômica da Casa das Garças.

Em mais um debate da série Diálogos, realizada pelo Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) e pela Folha, Bacha comparou a evolução das produtividades brasileira e mexicana e ressalvou que, embora seja condição necessária, a abertura econômica não dissemina automaticamente o crescimento da produtividade. 

Politica conjuntural


sábado, 6 de fevereiro de 2016

Piketty defende debate de moeda única para América Latina

Piketty defende debate de moeda única para América Latina
São Paulo - Para o economista Thomas Piketty, professor da Paris School of Economics que se tornou uma sensação mundial com a obra "O Capital no Século XXI", chegou a hora de debater a criação de uma moeda única na América Latina.
O tema foi debatido em entrevista com a BBC Mundo durante o Festival Hay de Cartagena, na Colômbia, do qual ele foi participante.
Primeiro, Piketty disse que os países precisam tomar cuidado quando recebem investimento estrangeiro demais, já que isso coloca em risco a soberania e a habilidade de formar consensos sobre a distribuição dos custos.
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E nesse caso, uma maior união política e monetária dos latino-americanos poderia ser útil, já que "é mais fácil controlar os fluxos de capital numa grande escala do que no nível relativamente pequeno de um estado-nação".
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Dívida pública

Bill Gross: emitir mais dívida a juro alto no Brasil é uma "sentença de morte"

“Nenhum país ao longo do tempo pode emitir dívida a um nível de taxa de juro real entre 6% e 7% com um crescimento negativo. É uma sentença de morte”,
Financista e gestor da Janus Capital vê o país “enganando” o mundo com os “swaps cambiais”

Transações Tesouro BC

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Cobntabilidade criativa


Monica de Bolle, pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Internacional, em Washington, está no grupo de economistas que questionam a forma como os recursos do Banco Central passaram a ser usados pelo Tesouro. Para Monica, ela fere a boa prática contábil, como explica em entrevista ao Estado.


Muitos defendem que o dinheiro que o BC repassa ao Tesouro é ‘virtual’, porque é produto da valorização cambial das reservas que não foram vendidas, não geraram lucros de verdade. Como a sra. vê a questão?
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