sábado, 30 de agosto de 2014

Quase uma receita schumpeteriana

Veja 7 lições que países que crescem podem dar ao Brasil

Especialistas apontam áreas que podem estimular o crescimento.
A economia do país encolheu 0,6% no 2º trimestre deste ano, diz IBGE.

Veja 7 lições de outros países para o Brasil:

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Crescimento econômico 2014

Economistas passam a ver expansão da economia abaixo de 1% em 2014


Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - Economistas de instituições financeiras passaram a ver expansão econômica no Brasil abaixo de 1 por cento neste ano após novos sinais de fraqueza, ao mesmo tempo em que melhoraram ligeiramente a perspectiva para a inflação e mantiveram o cenário para a política monetária após o Banco Central ter mantido o patamar do juro básico na semana passada mas deixado as portas abertas para eventuais mudanças.
Mais 
Veja também
video clip de Antony Mueller Brasil 2014 - análise de indicadores macroeconômicos
Parte I
Parte II

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Estagflação - de volta no Brasil?

De Volta à Estagflação?

Escrito por Armando Castelar.
O Brasil está vivendo um processo de estagflação? Essa pergunta me foi colocada algumas vezes no último par de meses, não sem causar preocupação. Como também preocupa que as autoridades econômicas tenham de vir a público negar que isso esteja ocorrendo ou ter de aproveitar todas as oportunidades para afirmar que “a inflação está sob controle”, o que por si só já mostra que as pessoas não parecem muito convencidas disso.
Têm razão as pessoas que enxergam na situação atual um quadro de estagflação? Bem, não, mas também sim.
Se comparado ao período entre a crise da dívida externa, no início dos anos 1980, e o Plano Real, a resposta é claramente não. De 1981 a 1993, o PIB per capita caiu em média 0,1% ao ano, enquanto a inflação média anual ficou em 469%. Já em 2012-15, tomando como base as projeções medianas de mercado, o PIB per capita terá aumentado 0,5% ao ano e a inflação média terá ficado em 6,1%.
Por outro lado, também se pode argumentar que a economia brasileira está mergulhando em um quadro de estagflação.
Esse termo, uma contração de estagnação com inflação, surgiu nos anos 1970, quando vários países desenvolvidos passaram a conviver com baixo crescimento e inflação elevada. Essa era uma combinação nova, até certo ponto uma impossibilidade, de acordo com a teoria econômica de então.
A estagflação dos anos 1970 surgiu de dois fenômenos distintos.

202,7 milhões

Brasil tem 202,7 milhões de habitantes em 2014, afirma IBGE



segunda-feira, 25 de agosto de 2014

domingo, 24 de agosto de 2014

Índice de facilidade de fazer negócios - classificação do Banco Mundial

Tópicos
DB 2014 Classificação
DB 2013 Classificação
Mudança na
123
121
up
-2
130
126
up
-4
14
14
Nenhuma alteração
107
103
up
-4
109
105
up
-4
80
80
Nenhuma alteração
159
160
up
1
124
124
Nenhuma alteração
121
121
Nenhuma alteração
135
146
up
11

BNDES - Banco segredo

BNDES terá que disponibilizar informações no endereço eletrônico da instituiçãoTransparência

BNDES recorrerá de decisão que obriga divulgar empréstimos

Justiça determinou que operações envolvendo recursos públicos nos últimos dez anos se tornem públicas pela instituição, que tem ocultado informações

BNDES terá que disponibilizar informações no endereço eletrônico da instituição (Foto: M. Imbuzeiro/O Globo/VEJA)
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) recorrerá da decisão da Justiça Federal em Brasília que obriga a instituição a tornar públicas todas as operações de empréstimos e financiamentos que envolvam recursos públicos nos últimos dez anos. Na segunda-feira, a juíza Adverci Mendes de Abreu, titular da 20ª Vara Federal da capital, atendeu a um pedido do Ministério Público Federal e determinou a abertura das operações ao BNDES. A assessoria de imprensa da instituição informou que o banco ainda "não foi intimado da sentença, mas tão logo isso ocorra, vai recorrer". A instituição lembrou que a decisão é de primeira instância e não tem caráter de cumprimento imediato.
Mais

Brasil - metas da inflação


Brasil - índice de liberdade econômica

Brazil                              Overall Score                          57.7
Rank                                       100
Property Rights                     50.0
Freedom From Corruption    38.0

Government Spending           54.8
Fiscal Freedom                      70.3

Business Freedom                  53.0
Labor Freedom                      57.2
Monetary Freedom                74.4

Trade Freedom                      69.7
Investment Freedom              50.0

                                        Financial Freedom                 60.0

sábado, 23 de agosto de 2014

Poupança nacional líquida 1967-2014

Adjusted savings: net national savings (% of GNI) in Brazil

Adjusted savings: net national savings (% of GNI) in Brazil was last measured at 5.07 in 2011, according to the World Bank. Net national savings are equal to gross national savings less the value of consumption of fixed capital.This page has the latest values, historical data, forecasts, charts, statistics, an economic calendar and news for Adjusted savings: net national savings (% of GNI) in Brazil.











Em comparação: poupança nacional liquida de Correia do Sul

Brasil investimentos e poupança (taxa bruta da formação de capital e taxa de poupança nacional) - em % do PIB 1982-2014

Taxa bruta









Taxa liquida de poupança nacional

Brasil taxa de emprego e de desemprego


Taxa de emprego
1995-2014









Taxa de desemprego 2001-2013

Fim das ilusões

Mercado de trabalho

Demissões começam a ganhar força no Brasil às vésperas da eleição

Brasil gerou menos de 12 mil postos de trabalho em julho, o pior desempenho para o mês em quinze anosGrandes empresas têm cortado postos de trabalho devido a prognósticos ruins da economia, com crescimento baixo, inflação elevada e dólar desvalorizado

Brasil gerou menos de 12 mil postos de trabalho em julho, o pior desempenho para o mês em quinze anos (Reinaldo Canato/VEJA)
Grandes empresas no Brasil, incluindo varejistas e montadoras de veículos, estão demitindo funcionários por causa dos prognósticos ruins da economia, em um desafio para a campanha de Dilma Rousseff à reeleição. As demissões não são novidade na indústria. Desde o ano passado, postos de trabalho têm sido cortados em vários setores, desde o têxtil até a siderurgia, por causa do fraco crescimento econômico, da inflação alta e do dólar baixo. Mas agora as demissões alcançam setores como o comércio, construção e indústria de alimentos, que estiveram entre os maiores geradores de emprego ao longo da década passada e são menos expostos à conjuntura internacional.
Somente o varejo perdeu mais de 78.000 empregos em termos líquidos – já descontando novas contratações – nos sete primeiros meses do ano. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho, foram criados em média 41.000 empregos no mesmo período dos três anos anteriores. As montadoras de veículos, que estiveram entre os segmentos que mais ganharam com o forte crescimento do Brasil na década passada, também têm demitido milhares de funcionários com a queda da produção. Evandro Dias, de 27 anos, está entre aqueles que perderam o emprego nas últimas semanas. Ele trabalhava em uma loja de eletrônicos. “As vendas antes da Copa foram ruins, mas todo mundo esperava uma melhora. Só que ficou pior ainda. Por isso estou aqui”, afirmou Dias, enquanto homologava sua demissão em um sindicato de São Paulo.
Mais

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Dívida pública - mapa global interativa da dívida dos países

World debt comparison

The global debt clock

Our interactive overview of government debt across the planet

The clock is ticking. Every second, it seems, someone in the world takes on more debt. The idea of a debt clock for an individual nation is familiar to anyone who has been to Times Square in New York, where the American public shortfall is revealed. Our clock (updated September 2012) shows the global figure for almost all government debts in dollar terms.
Does it matter? After all, world governments owe the money to their own citizens, not to the Martians. But the rising total is important for two reasons. First, when debt rises faster than economic output (as it has been doing in recent years), higher government debt implies more state interference in the economy and higher taxes in the future. Second, debt must be rolled over at regular intervals. This creates a recurring popularity test for individual governments, rather as reality TV show contestants face a public phone vote every week. Fail that vote, as various euro-zone governments have done, and the country (and its neighbours) can be plunged into crisis.

Brasil e Portugal. Taxa de juros debentures de 10 anos 2008-2014


Crise da dívida soberana da Argentina

Argentina corre risco de se isolar ainda mais dos mercados


A estratégia argentina de pagar em Buenos Aires a seus credores de títulos da dívida soberana busca evitar o bloqueio judicial aos pagamentos nos Estados Unidos, mas a medida ameaça deixar o país ainda mais isolado dos mercados de capitais e piorar seus problemas internos.

Com uma economia em recessão e ávida por divisas, a Argentina se encontra em moratória parcial (default seletivo, segundo as agências de classificação de risco) por uma decisão a favor dos fundos especulativos que obriga o país a pagar sua dívida simultaneamente ao cumprimento de suas obrigações com os credores que aceitaram a reestruturação de 2005 e 2010.

Emprego Brasil

Brasil registra pior geração de vagas para julho desde 1999

Por Lucas Marchesini e Lorenna Rodrigues | Valor
BRASÍLIA  -  O mercado de trabalho brasileiro registrou em julho a criação  de 11.796 postos de trabalho, uma queda de 71,5% quando comparado ao mesmo mês de 2013 quando foram criadas 41.463 vagas. Os dados estão sem ajuste sazonal. É o pior resultado para julho desde 1999. Na comparação com o número ajustado de julho de 2013, de 73.217 novos empregos, a geração do sexto mês deste ano foi 83% menor.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgado nesta quinta-feira.
Mais

Índice da liberdade econômica do Brasil

Posição 100 do Brasil na categoria "mostly unfree" - em maior grão não livre
http://www.heritage.org/index/ranking

Política monetária

GNews - Banco Central (Foto: globonews)BC muda regras para bancos e injeta mais R$ 25 bilhões na economia

BC liberou R$ 10 bi de compulsórios e R$ 15 bi de 'reserva para calote'.
Em julho, Banco Central já havia liberado R$ 45 bilhões para bancos.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

BC quer ampliar crédito (Foto: GloboNews)
Com o mercado já esperando que a economia brasileira cresça menos de 1% este ano, o Banco Central anunciou nesta quarta-feira (20) duas medidas que vão liberar cerca de R$ 25 bilhões para os bancos emprestarem aos seus clientes. A intenção é estimular o crescimento com a maior oferta de crédito.
Uma das medidas, que vai liberar R$ 10 bilhões, altera novamente as regras dos depósitos compulsórios (recursos que têm de ser mantidos pelos bancos no próprio BC). A alteração reduz os valores que deverão ser mantidos em reserva, liberando mais recursos para os bancos emprestarem.
"Dando continuidade às medidas de distribuição da liquidez na economia, o Banco Central do Brasil alterou normas relativas ao recolhimento compulsórios sobre recursos a prazo, com impacto adicional estimado em R$ 10 bilhões", informou a instituição. A liquidez é a disponibilidade de dinheiro ou de títulos que podem ser convertidos em moeda rapidamente.
Em julho, o BC já havia liberado R$ 45 bilhões para os bancos emprestarem. As alterações acontecem em um momento em que a economia dá sinais de fraqueza. O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (o IBC-Br), que busca ser um antecedente do Produto Interno Bruto (PIB), registrou retração de 1,2% no segundo trimestre – o maior recuo do indicador desde 2009.
Mais

Efeitos da expansão monetária

     O efeito no curto prazo da expansão monetária é o de deslocar a curva LM para baixo. A taxa de juros é menor e o produto é maior.
Ao longo do tempo, o nível de preços aumenta, o estoque nominal de moeda diminui e a curva LM retorna para onde estava antes do aumento da moeda nominal.

No médio prazo, o estoque real de moeda e a taxa de juros não se alteram. 

Efeitos da diminuição do déficit orçamentário

Uma diminuição do déficit orçamentário leva inicialmente a uma diminuição do produto. Ao longo do tempo, contudo, o produto retorna ao nível natural de produto.

Determinantes do coeficiente da dívida


O coeficiente de dívida como dívida total como porcentagem do produto interno bruto aumentará (+) e diminuirá (-) com o aumento das seguintes variáveis
coeficiente da dívida pública
Gastos do governo
Receita do governo
Taxa real de juros
Taxa nominal de juros
Inflação de preços
Taxa real de crescimento econômico
Tamanho da dívida existente
Aumenta (+) diminui (-)
+
-
+
+
-
-
+

Além desses determinantes numéricos, uma série de outros fatores econômicos está no trabalho, bem como em determinantes que resultam das condições gerais sociais do país, do ambiente doméstico e da política internacional.
Mais

Dívida pública

O pesadelo da dívida pública


Análise da dívida pública
Mais

Carga tributária

 Mais

Quem paga os impostos no Brasil?

Mais da metade da arrecadação tributária do país é sustentada pelos mais pobres

Segundo estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, 53,8% do total arrecadado no país é pago por brasileiros com renda de até 3 salários mínimos 
Estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que mais da metade da carga tributária brasileira é cobrada justamente daqueles que possuem menos, os mais pobres. Segundo o instituto, 53,8% do total arrecadado é pago por brasileiros com renda de até 3 salários mínimo, que representam 79% da população. Outros 28,5% da arrecadação possuem origem nos impostos pagos por brasileiros com renda entre 3 e 10 salários mínimos.
Para o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, isto se deve à forma como a arrecadação brasileira é feita, incidindo principalmente sobre o consumo de bens e serviços. Como os mais pobres utilizam maior parte da sua renda para consumir, acabam se tornando mais vulneráveis à tributação do governo.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Economia brasileira sofre do protecionismo

  1. "Não deixa de ser paradoxal que uma indústria superprotegida, como a brasileira, que atua em uma das economias mais fechadas do planeta, esteja perdendo competitividade, até mesmo aqui no Brasil, transformado hoje em mercado cativo ..."
    http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2014/08/19/a-industria-sangra/

Estados Unidos PIB per capita 1870-2011


Mexico avança como produtor de automóveis

America's Car Capital Will Soon Be ... Mexico

Seemingly overnight Mexico’s automotive output has soared, bolstered by a flood of investment from foreign-based carmakers, including Nissan, Honda, Volkswagen and Mazda. With $19 billion in new investment, production has doubled in the past five years to an estimated 3.2 million vehicles in 2014.
The reason is simple: Mexico has some of the most liberal free trade arrangements in the world, and it’s making the most of them.

Mises global

Ludwig von Mises: Inspiring Think Tanks Across The Globe

The free enterprise system within a rule of law is the best engine for prosperity. Ludwig von Mises (1881-1973) is recognized by many as its greatest advocate. His name was largely ignored for decades, today, however, more than 20 think tanks around the world are named after him. No other famous economist comes close.
Helio Beltrão, President and Founder of Instituto Mises Brazil with a copy of the first volume of their journal.Those who started these “Mises Institutes” were inspired mostly by the theoretical work of this Austrian scholar, books such as “Socialism,” “Theory of Money and Credit,” and “Human Action.” When I studied economics at Grove City College under Dr. Hans F. Sennholz (1922-2007), one of Mises’ disciples, these three books were required reading.
The clear logic, impeccable analysis, and consistency of Mises analysis captivated not only some economists disillusioned with Keynesianism and other interventionist dogmas, but especially businessmen. Both the Spanish and Portuguese versions of “Human Action” were translated by businessmen. I do not mean that they paid for it, they actually translated the large book (1000 pages). Joaquin Reig Albiol did the Spanish edition in 1960 and Donald Stewart Jr., founder of the Instituto Liberal in Rio de Janeiro, translated the Brazilian edition in 1990. Talented young businessmen and entrepreneurs, such as Helio Beltrão in Brazil, continue to play key roles in the Mises Institutes peppered around the globe.
Helio Beltrão, President and Founder of Instituto Mises Brazil with a copy of the first volume of their journal.
Ludwig von Mises knew the importance of theory, but he also thought it was essential that “the eminent citizens, the intellectual leaders of the community,” be “in a position to form their own opinion on the basic social, economic, and political principles of policies.” For that they also need access to facts, and statistical information and analysis. There is considerable truth in the famous Kurt Lewin statement that “there is nothing more practical than a good theory,” but these theories should guide applied research and applied research should create incentives for theoretical refinements.
Mais

Os custos do protecionismo

A indústria sangra

CELSO MING
Terça-Feira 19/08/14

Não deixa de ser paradoxal que uma indústria superprotegida, como a brasileira, que atua em uma das economias mais fechadas do planeta, esteja perdendo competitividade, até mesmo aqui no Brasil, transformado hoje em mercado cativo

Macro I: Recursos para OADA

O Modelo de Oferta e Demanda Agregada (OA/DA)

Apostila: Derivação das curvas
- Áudio Podcast: Introdução OA/DA
Demanda e Oferta Agregada Resumo

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Efeitos econômicos da Copa: a realidade de 2014 x a projeção de 2010

Copa do Mundo puxou economia para baixo, diz Mantega 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que o primeiro semestre deste ano não teve "um bom resultado" na economia e joga parte da responsabilidade sobre a Copa do Mundo. "[A Copa] foi um sucesso do ponto de vista de organização. Do ponto de vista da produção e do comércio, prejudicou. Tivemos muito poucos dias úteis", diz. Guido Mantega, ministro da Fazenda, concedeu entrevista ao programa "Poder e Política", do UOL e da Folha, em 14.ago.2014. A gravação ocorreu no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Leia a entrevista e acesse a página do programa Poder e Política

Assista Mais

Veja aqui as projeções do do governo e,2010 da expansão econômica devida a Copa 2014
Mais

Política macroeconômica - Reconsiderações

INTERNATIONAL MONETARY FUND
Research Department
Rethinking Macroeconomic Policy
Prepared by Olivier Blanchard, Giovanni Dell’Ariccia, and Paolo Mauro

The great moderation lulled macroeconomists and policymakers alike in the belief that we
knew how to conduct macroeconomic policy. The crisis clearly forces us to question that
assessment. In this paper, we review the main elements of the pre-crisis consensus, we
identify where we were wrong and what tenets of the pre-crisis framework still hold, and take
a tentative first pass at the contours of a new macroeconomic policy framework.
Mais

Taxa real de juros - EU e Euro


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Investimentos públicos

Segundo pesquisador, investimento público não gera crescimento sustentável

Para o pesquisador Andrew Warner, do Fundo Monetário Internacional, ciclos de investimento baseados em gastos do governo não são sustentáveis a longo prazo 
Nas faculdades de economia é comum os alunos aprenderem em suas primeiras aulas de macroeconomia que o investimento público eleva o PIB. Com essa mentalidade, inúmeros governantes justificam um aumento de gastos com base em cálculos matemáticos e estatísticas complicadas. Entretanto, segundo um estudo de um pesquisador do Fundo Monetário Internacional, não há relação entre booms econômicos e crescimento dos gastos estatais.
Andrew Warner, economista e autor do artigo em questão, afirma que os ciclos de investimento baseados em gastos do governo não são sustentáveis a longo prazo, uma vez que são sustentados, em sua maioria, por emissão de dívida e estudos técnicos pobres. Dessa forma, os custos e prazos dos projetos acabam não sendo definidos com alto grau de certeza, o que compromete a eficiência desses planos. Além disso, ainda segundo Warner, há problemas de incentivo em investimentos públicos e estes, muitas vezes, seguem os desejos de grupos de interesse.
Outro fato apontado pelo pesquisador é o efeito crowding out. Tal efeito ocorre quando o aumento dos gastos públicos possuem maior relevância na composição do PIB em detrimento do investimento privado, consumo das famílias e exportações líquidas. Em outras palavras, o crescimento dos gastos públicos faz com que os gastos privados sejam reduzidos.
Com isso, o autor do estudo concluiu que:
“Essas avaliações mostram que os investimentos públicos estão mais propensos ao sucesso se os governos não agirem como no passado, levarem a sério as questões técnicas e protegerem o processo de decisão do interesse de agentes que distorcem a alocação de investimento.”
MAIS 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Phillips curve loops



Brasil na "recessão técnica"?

dilmaEconomia brasileira pode estar em recessão técnica, segundo Banco Central

Para entrar em recessão, uma economia necessita ter no mínimo 2 semestres de recessão, o que segundo o relatório do Banco Central, pode já ser o cenário brasileiro.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-br), criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), registrou queda de 1,48% no mês de junho e 1,2% no trimestre abril-junho, sendo a maior contração econômica desde o primeiro trimestre de 2009, quando o Brasil entrava na crise de 2008, deflagrada pela crise do Subprime nos Estados Unidos.
Para entrar em recessão, uma economia necessita ter no mínimo 2 semestres de recessão, o que segundo o relatório do Banco Central, pode já ser o cenário brasileiro. Este seria o terceiro semestre de queda de acordo com o IBC-Br, dado que no quarto trimestre de 2013 foi registrada queda de 0,28%, e no primeiro trimestre deste ano a queda foi de 0,03%. No acumulado de 12 meses a economia ainda mantém uma leve alta de 1,4%.
Segundo o Banco Central, a Copa do Mundo contribuiu para a diminuição da atividade industrial, que caiu 1,4% no mês de junho, afetada diretamente pelo número de dias úteis. Outro fator de peso nesse cenário, tem sido a alta na taxa de juros promovida pelo Banco Central, que subiu de 7,5% em abril de 2013 para 11% em maio de 2014. O endividamento das famílias e a queda na confiança de famílias e empresários, seguem preocupando