quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Inadiplência estudantis

Estudantes americanos podem gerar uma nova crise financeira?

Inadimplência em empréstimos estudantis disparou nos últimos anos com a falta de empregos para os recém-formados

São Paulo - “Estamos prestes a enfrentar a crise de dívida mais subestimada de todos os tempos”. O tom alarmista é do bastante acompanhado blog Zero Hedge, que está preocupado com o crescimento da crise dos empréstimos estudantis nos Estados Unidos, mas que está amparado em números igualmente alarmantes desse tipo de operação que já movimenta quase 1 trilhão de dólares.
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Equilíbrio macroeconômico

OCCASIONAL PAPER #11: ENTRE O CALEIDOSCÓPIO DE LACHMANN E O MUNDO DO FAZ-DE-CONTA DE KEYNESIANOS, MONETARISTAS E NOVOS CLÁSSICOS


1. Introdução
Uma das questões mais instigantes da teoria econômica é a discussão sobre a existência ou ausência de equilíbrio nos mercados. As diversas abordagens alternativas são para todos os gostos: há as que negam qualquer possibilidade de equilíbrio nos mercados, as que asseguram que os mercados sempre estão em equilíbrio e as que se colocam como um meio termo, tratando o equilíbrio como uma tendência para a qual tendem os mercados. Entre os que negam peremptoriamente qualquer possibilidade de equilíbrio nos mercados o mais conhecido é o economista da Escola Austríaca Ludwig Lachmann, nascido na Alemanha, com sua sociedade caleidoscópica; entre os que tratam o equilíbrio como algo permanente – e imediato - o mais famoso é Robert Lucas, o principal mentor da chamada Escola de Expectativas Racionais; e entre os que enxergam os mercados como tendendo para o equilíbrio, mas sem que esse equilíbrio seja atingido, em razão de mudanças de circunstâncias de tempo e espaço, encontramos a maioria dos economistas austríacos, desde Carl Menger e especialmente Mises, Hayek e Kirzner. O objetivo deste paper é mostrar essas três visões, passando em revista a questão do equilíbrio.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Expansão monetária com crescimento baixo

Easy Money, Slow Growth

January 29, 2013
by Jerry O’Driscoll
In today’s Wall Street Journal, John Taylor explains why the U.S. recovery has been tepid while money growth has been very rapid. The recovery has set records for its weak pace, while money growth has set records for its rapidity. Taylor supplies some of the numbers.
Taylor continues an argument he made at the November 2012 Cato Monetary conference. It is the Fed’s policy that is causing the anemic recovery. To quote, “while borrowers like near zero interest rates, there is little incentive for lenders to extend credit at that rate.” He analogizes the Fed’s fixing interest rates to a policy of price ceilings on housing rents. Lenders supply less credit at the lower interest rates, as landlords supply less housing services under rent controls.
Taylor also notes that the Fed’s policy interferes with the signaling of the price system. It distorts capital allocation. Any decently trained micro economist would understand this. Why cannot the backers of the Fed’s policy?
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Taxa de câmbio dólar-euro

Dólar cai ao nível mais baixo em 13 meses frente ao euro

O dólar caiu ao nível mais baixo em 13 meses frente ao euro nesta terça-feira, devido à expectativa de que o Federal Reserve anuncie a continuidade de sua política de relaxamento monetário na reunião que termina na quarta-feira (30). "Pouco mudou na economia que justifique qualquer nova medida do Fed", comentou o estrategista Charles St-Arnaud, da Nomura Securities.
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Reforma previdenciária

Demographic transition and the regulatory shortcomings of Brazil’s social security

Brazil's social security system is not sustainable in its current form
In two decades Brazil has built a comprehensive welfare state, but it is very costly and ill prepared to face the ageing of the Brazilian population - by 2050 Brazilians 65 or older will represent 23% of total population, while the workforce will be shrinking.

Brazil’s social security and social assistance provisions are too expensive and becoming more so relative to the country’s age profile and per capita GDP. This paper concludes that Brazil’s social provisions must undergo deepregulatory changes if they are to meet the challenge posed by thecountry’s shifting demography, as population ageing is the single mostimportant factor affecting social security in Brazil.

The authors argue that the following factors need to be addressed:
  • social security pensions are currently indexed to the minimum wage
  • there is low eligibility age
  • pensions are high relative to past contributions
  • there is a short minimum contribution period
  • there is the possibility of accumulating different benefits
  • some social security benefits are dispensed as social assistance benefits
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

De onde vem o dinheiro?

Os Bancos Centrais criam o dinheiro a partir do nada. E, em consequência deste processo, também criam dívida e um imposto oculto, chamado inflação, o qual é pago inadvertidamente pelo contribuinte.
O autor o produtor de documentários, G. Edward Griffin, é fundador do instituto "Freedom Force International". Edward Griffin é autor de "A Criatura da Ilha Jekyll", um livro definitivo sobre os Bancos Centrais e o Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos). Entenda como e porque o Federal Reserve foi criado pelos banqueiros mais poderosos num clima de absoluto sigilo. Você saberá que o dinheiro é criado através de um processo fraudulento chamado "fiat money", através de decreto, no qual seu valor não é atrelado a nenhuma commodity, como ouro ou prata. Entenda porque a inflação é um imposto oculto pago pelo contribuinte. O Sr. Griffin advoga a favor da extinção do Federal Reserve e de qualquer banco central que siga seu modelo, e a favor da adoção de moeda constitucional, de valor atrelado ao ouro ou à prata, como único caminho para evitar o colapso econômico internacional.
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Veja também:
O Dinheiro Como Dívida - Money as debt (português)

Brasil


Dinâmica macroeconômica - novos recursos

Podcast da aula
"Determinação da renda nacional no modelo keynesiano"
esta online, junto com os slides.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Boletim de Conjuntura - Edição Janeiro 2013

LINK

Macro 3 - novos recursos

Fórmulas básicas de crescimento econômico com progresso tecnológico
LINK

Inflação de alimentos

Cesta básica: alimentos sobem 9,22% em São Paulo no ano passado
InfoMoney
SÃO PAULO – Os alimentos ficaram 9,22% mais caros em 2012 na capital paulista, com 17 dos 22 produtos analisados apresentando inflação. De acordo com pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP, em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), e divulgada nesta terça-feira (22), o grupo teve a maior variação de preços entre os que compõe a cesta básica.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Dinâmica macroeconômica - novos recursos

Podcast aulas Janeiro 2013

Introdução à modelo macroeconômico
keynesiano

A cruz keynesiana


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O fracasso da política de estímulo




Read more at http://www.project-syndicate.org/commentary/boosting-demand-impedes-recovery-by-raghuram-rajan#spW9w5RpZjzfORtD.99

Veja também:
http://mises.org/daily/4158 

Positivismo a ciência econômica

Of Positivism and the History of Economic Thought (by Bruce Caldwell)

Por Nicolás Cachanosky. Publicado el 22/1/13 en http://puntodevistaeconomico.wordpress.com/2013/01/22/of-positivism-and-the-history-of-economic-thought-by-bruce-caldwell/#more-4255
En la última conferencia de la Southern Economic Association (New Orleans), Bruce Caldwell (Center for the History of Political Economy, Duke University) dió la presidencial address cuyo título fue “Of Positivism and the History of Economic Thought.” Cuando Bruce Caldwell escribe sobre estos temas, es material de lectura obligada. En esta ocación Caldwell ofrece un análisis de cómo el lenguaje positivista tuvo como consecuencia no intencionada dejar de lado la historia del pensamiento económico junto a relegar ramas que hoy son centrales en la economía. Al punto tal, nos cuenta Caldwell, que recuerda cursos interdisciplinares donde los no economistas tenían un manejo superior sobre los la historia del pensamiento y textos centrales de la economía que los propios economistas. Sus palabras se encuentran disponibles online como working paper, aquí ofrezco un resumen y algunos pasajes sobre las opiniones de Caldwell sobre este tema.
El lenguaje positivista, dice Caldwell, llevó a que la disciplina se preocupase casi exclusivamente por aquello que era factible de ser medido y presentarse como trabajo empírico. No sólo la historia del pensamiento, sino otras ramas como Teoría de Juegos y Public Choice (quizás también por motivos políticos/ideológicos) no podían hacer pié en el core de la disciplina. Si bien esto fue cambiando para varias ramas de estudio, como el caso de Teoría de Juegos que hoy tiene un rol central, no lo fue para el caso de historia del pensamiento. Si bien es el caso que hoy día la economía comprende trabajos que van desde cuestiones matemático/teóricas de equilibrio general hasta behavioral economics, sí ha persistido la idea de que lo que se ha estudiado y aprendido se encuentra concentrado en los trabajos de los últimos 5 años. Al punto tal que no es raro encontrar trabajos basados en working papers aún sin publicar.
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Os melhores países para fazer negócios

Onde fica Brasil? Não faz a lista.

Best Countries for Business 2013

By Bloomberg Rankings

Veja

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Economia brasileira

Brazil’s economy

More inflation, less growth

In fact, the headline figure underestimates inflationary pressures. If the federal government had not capped petrol prices, and municipalities frozen public-transport fares before October’s local elections, last year’s figure would have been closer to 6.5%. In 2013 both those prices are likely to rise. The end of a sales-tax holiday for cars will boost inflation, too. Most analysts now think that inflation will be around 6% this year. Week by week, they are revising down their forecasts for economic growth in 2013, now at about 3%.
The government’s response to the bad news stoked fears that Brazil may be in for a long spell of high inflation and low growth.
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Dinâmica Macroeconômica - novos recursos


Data Show
"Keynesian economics in five slides with one page of refutations"
Veja também texto em Portugês:

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Dinâmica Macroeconômica - Novos recursos






















































 Mais recursos




O retorno do desenvolvimentismo

O Estado de S.Paulo
Se ainda existissem dúvidas a respeito de uma mudança de 180° nas opções do Comitê de Política Monetária (Copom), desaparecem com a leitura do comunicado da reunião que, anteontem, manteve a taxa Selic em 7,25%.
O texto merece ser reproduzido em parte:
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Mantega fica

Dilma decide e Mantega fica

Autor(es): Claudia Safatle
Valor Econômico - 18/01/2013
Está decidido: o ministro da Fazenda, Guido Mantega, fica no governo. A presidente Dilma Rousseff não pretende ceder às pressões do mercado e da mídia nem às críticas de amigos, como é o caso do ex-ministro Delfim Netto, para que proceda a uma troca no comando da economia. A política econômica é dela. Mantega é o seu executor. O ministro volta das férias segunda feira.
A posição de Mantega ficou mais vulnerável após o anúncio, no último trimestre de 2012, de que a economia não estava se recuperando, apesar da bateria de estímulos acionada pela área econômica e das promessas públicas do ministro da Fazenda. E piorou nas duas últimas semanas em decorrência da desastrosa manobra fiscal do fim do ano para fechar a meta de superávit primário. As críticas atravessaram as fronteiras nacionais, tomando as páginas da "The Economist" e do "Financial Times". Internamente, elas vieram do aliado de primeira hora: o ex-ministro Delfim Netto.
Dilma corre contra o tempo para garantir crescimento em 2013
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Contabilidade criativa

‘The Economist’ critica ‘contabilidade criativa’ do Brasil

Para a revista britânica, mudar a meta de superávit primário seria uma alternativa melhor que os artifícios usados pela equipe econômica

Fernando Nakagawa, correspondente da Agência Estado
LONDRES - A admiração da opinião pública internacional pela economia brasileira parece cada vez menor. Na edição que chega nesta quinta-feira às bancas na Europa, a revista The Economist lança mais uma série de duras críticas ao governo de Dilma Rousseff. Ao questionar os recentes artifícios usados pela equipe econômica nas contas públicas, a revista diz que "a mudança na meta (de superávit primário) seria uma alternativa melhor do que recorrer à contabilidade criativa".
Com o título Números errados, a reportagem da revista diz que os dados econômicos "decepcionantes" não param de ser divulgados no Brasil. Depois do fraco Produto Interno Bruto (PIB) apresentado em novembro, o governo de Dilma Rousseff agora "admite que só atingiu a meta de superávit primário" após "omitir algumas despesas em infraestrutura", "antecipar dividendos de estatais" e "atacar o fundo soberano".
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Sistema bancário

O dilema do sistema bancário e as regras da Basileia
"Dentre todas as maneiras de se organizar o sistema bancário, a pior é justamente a que temos hoje". Essas palavras foram proferidas por ninguém menos que Sir Mervyn King, presidente do Banco Central da Inglaterra (Bank of England), em outubro de 2010, no seminário anual realizado pela revista The Economist (o Encontro de Buttonwood) em Nova York. É difícil discordarmos.
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Aumente sua produtividade

1. Plan Your Day
While many people rely on their computer’s calendar, writing down events and to-do lists in a day planner or journal forces you to spend a few minutes each day setting short-term goals and prioritizing tasks. Reader Simon Ponce uses the 90-Day Success Planner. Of course, the Franklin Covey planner is a beloved classic. And other readers have discovered The 7-Minute Life Daily Planner by Allyson Lewis, who suggests the strategy of a “5 before 11™” list—the five things you want to accomplish before 11 a.m.

2. List Your Goals
Hopes and dreams remain fantasies until you identify them, write them down and create a plan for achieving them.
...
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MEC promove aulas online

MEC quer colocar aulas de universidades federais na internet

Projeto, chamado de Universidade Livre, deve ser concluído ainda neste semestre

Estadão.edu, com Agência Brasil
O Ministério da Educação estuda colocar na internet vídeos com palestras e aulas de universidades públicas federais. O projeto, chamado Universidade Livre, deve começar a funcionar ainda no primeiro semestre deste ano, anunciou o ministro Aloizio Mercadante nesta quarta-feira, 16, em Brasília.
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Crescimento econômico brasileiro

ONU prevê dificuldades no PIB do Brasil em 2013

Só a Argentina e a Venezuela crescerão menos que o Brasil em 2013 na América do Sul. Dados divulgados nesta quarta-feira (16) pela ONU apontam que o Brasil crescerá abaixo da média dos emergentes neste ano e adverte que uma desaceleração da China teria impacto mais profundo na economia brasileira que uma crise na zona do euro ou uma recessão nos EUA.
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Data Show Teoria Macroeconômica de Capital

Data Show de Professor Roger Garrison sobre Macroeconomia baseada em Capital - traduzido em Português
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Khan no Brasil


Dinheiro é dívida

O Dinheiro como Dívida
Um importante vídeo didático sobre a origem do dinheiro. Legendado em português.
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O colapso da força trabalhista nos EUA

What the Labor Pool Collapse Means

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Where have all the workers gone?
One of the most bizarre happenings in our current economic environment has been the surprising collapse of the number of people in the labor pool. This reality adds a sting to the unemployment numbers. They are falling bit by bit, but so is the total pool of people who are even part of the count. Once people drop out, they disappear economically.
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Taxa de desemprego

Fipe projeta desemprego de 4,4% para dezembro
16/01/2013 - 21:16:38

Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que passou a divulgar em tempo real suas pesquisas do mercado de trabalho, a taxa de desemprego em dezembro a ser divulgada pelo IBGE deve ficar em 4,4%. Em novembro, atingiu 5,2%.
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SELIC

Copom mantém Selic a 7,25% e vê recuperação menor da atividade econômica

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 21:30 BRST


BRASÍLIA/SÃO PAULO, 16 Jan (Reuters) - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve nesta quarta-feira, em decisão unânime, a Selic em 7,25 por cento ao ano, recorde histórico de baixa, indicando que a taxa básica de juros do país não mudará pelos próximos meses.
Isso porque, em seu comunicado, reconheceu que a recuperação da atividade está menor, apesar de a inflação estar mais pressionada no curto prazo. E repetiu que a estratégia de manter a atual política monetária por mais tempo é a mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta --de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos.
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Portos brasileiros

THE ECONOMIST

Infrastructure in Brazil

Daylight piracy

A plan to fix the ports

 “SQUEEGEE merchants of the seas”: that is the nickname shipping companies have bestowed on the pilots who guide ships into Brazilian ports. Their legal monopoly and unregulated fees place them among the country’s highest earners: 150,000 reais ($73,500) a month, estimates the shipowners’ association. It costs twice the OECD average to import a container to Brazil, says the World Bank—and since that excludes bribes and fees for go-betweens, the true figure is surely greater. Lack of upkeep and investment add to the misery.
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Obras da Copa

Obras atrasadas para a Copa

16 de janeiro de 2013
"...  União, Estados e municípios tentam se justificar culpando decisões judiciais, problemas com licenciamento ambiental, alterações no projeto e a falta, em muitos casos, de projetos executivos. A desculpa é esfarrapada, pois em 2007, quando o compromisso de responsabilidades foi assinado com a aprovação dos três entes federativos, esses problemas eram previsíveis. Quando comandou a comitiva que festejou a honrosa escolha, Lula prometeu "realizar a melhor Copa de todos os tempos". Pelo visto até agora, já será de bom tamanho se o Brasil não protagonizar um vexame sem precedentes na história das Copas."

Positivismo e teoria econômica

Of Positivism and the History of Economic Thought
by Bruce Caldwell
CHOPE Working Paper No. 2012-09
November 2012
Leia

Não vale tabalhar

Richard Vedder: The Wages of Unemployment

Labor-force participation has declined since 2000, and among the reasons are soaring government benefits.

From the mid-17th century to the late 20th century, the American economy grew roughly 3.5% a year. That growth rate has since declined significantly. When the final figures are in for 2012, the annual rate of real output growth for the first dozen years of this century is likely to be about 1.81%.
What accounts for the slowdown? An important part of the answer is simple: Americans aren't working as much today. And this trend reflects more than the recession and sluggish economy of the past few years.
The national income accounts suggest that about 70% of U.S. output is attributable to the labor of human beings. Yet there has been a decline in the proportion of working-age Americans who are employed.
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Iniciativa presidencial

Dilma assume o comando da economia

Intervenção de Dilma
Autor(es): ROSANA HESSEL
Correio Braziliense - 17/01/2013
Enquanto disputas de poder no alto escalão minam a credibilidade do governo, a presidente conversa reservadamente com grandes empresários e centraliza ainda mais decisões estratégicas

Presidente da República assume o comando da economia, amplia contatos com empresários e pede mais investimentos para a retomada do crescimento. Financial Times diz que, ao maquiar as contas públicas, Brasil confirmou a fama de "país do jeitinho"

A presidente Dilma Rousseff assumiu, definitivamente, o bastão de ministra da Economia. Desde o início do ano, tomou para si a missão de convencer, pessoalmente, alguns dos empresários mais importantes do país a retomarem os investimentos produtivos e, com isso, ajudarem na recuperação do crescimento do país. Ela está certa de que, hoje, ninguém da sua equipe econômica será capaz de reverter o pessimismo e a onda de desconfiança que se abateu sobre o capital. Sem o otimismo de volta, está condenada a ver os dois últimos anos de seu governo repetindo os baixos índices de crescimento de 2011 e 2012, complicando seus planos de reeleição.
Dilma foi persuadida por seu mentor, o ex-presidente Lula, de que o melhor caminho para despertar o espírito animal dos empresários seria recebê-los individualmente, ouvindo as queixas e sugestões e dizendo o que o governo está fazendo e o que pode fazer para sustentar o avanço do Produto Interno Bruto (PIB), como os projetos de concessão de portos, rodovias, ferrovias e aeroportos. O Palácio do Planalto acredita que a estratégia dará certo e funcionará como contraponto à campanha contra o ministro Mantega “encabeçada pelos que estão perdendo dinheiro com as mudanças impostas na economia pelo governo em favor da maioria da população”.
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Os custos de pagar impostos

Qual é o país que leva mais horas para pagar impostos no mundo? - BRASIL

Overall ranking and underlying data

The data below provides you with the ease of paying taxes ranking as well as the actual results for each of the indicators.

To sort the data, click on a column header
Download the complete set of data tables
*Total Tax Rate as a percentage of commercial profits
Overall ranking and underlying data (185 total economies)
EconomyOverall rankingNumber of
payments
Time
to comply (hours)
Total Tax Rate
(%)

Brazil1569  260069.3

Produtividade da infraestrutura

Report|McKinsey Global Institute

Infrastructure productivity: How to save $1 trillion a year

January 2013| byRichard Dobbs, Herbert Pohl, Diaan-Yi Lin, Jan Mischke, Nicklas Garemo, Jimmy Hexter, Stefan Matzinger, Robert Palter, and Rushad Nanavatty

Download

Insufficient or inadequate infrastructure—and the resulting congestion, power outages, and lack of access to safe water and roads—is a global concern. Typically, the debate about the growing need for infrastructure focuses on whether financing is sufficient to meet it. But, in fact, there are clear ways to create more and better infrastructure for less.
Just keeping pace with projected global GDP growth will require an estimated $57 trillion in infrastructure investment between now and 2030. That’s nearly 60 percent more than the $36 trillion spent over the past 18 years, according to Infrastructure productivity: How to save $1 trillion a year, a report from the McKinsey Global Institute and McKinsey’s infrastructure practice. The $57 trillion required investment is more than the estimated value of today’s infrastructure. And this figure does not include costs such as clearing maintenance backlogs, meeting development goals in emerging countries, and making infrastructure more resilient to climate change.
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Por que fica tão pouco do trabalho?


Uma diferença simples


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Prouni


Mais informações

Hoje não tem aulas Macro III na quinta pré-caju

Por causa da situação precária com transporte não vamos ter aulas na quinta noite em Macro III.
Por favor, informe colegas.

Fracasso da política macroeconômica brasileira

 Alexandre Schwartsman

O discreto charme do fracasso

A estabilidade não é condição suficiente para o crescimento acelerado, mas não deixa de ser necessária

A verdade é que a cada dia se torna mais claro que as promessas de aceleração do crescimento pela adoção de um novo regime de política econômica não se materializarão. Mesmo sabendo que a estabilidade não é condição suficiente para o crescimento acelerado, ela não deixa de ser condição necessária, e os custos do abandono do tripé se tornam crescentemente visíveis, em particular no campo inflacionário, piorando o ambiente em que as empresas tomam suas decisões de investimento.
Só o discreto charme do fracasso, na definição precisa de Mário Mesquita, justifica o espaço dedicado àqueles que, mesmo confrontados com o fiasco de suas proposições, ainda se arrogam o direito de negar o que a realidade insiste em revelar.
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A miséria brasileira

FT destaca a “miséria brasileira”

Jornal britânico critica crescimento do Brasil sem preocupação com o aumento da inflação

A situação da economia brasileira tem despertado interesse de analistas internacionais nas últimas semanas. O baixo crescimento no ano passado - menos de 1% - reduziu a força para o país alcançar um Produto Interno Bruto (PIB) maior em 2013. O que chama atenção, porém, é a falta de preocupação do governo em controlar a inflação, esquecendo da literatura econômica que indica problemas na combinação entre crescimento e inflação em alta.
Em “Miséria brasileira”, o Financial Times descreve que o Brasil tem um lado sombrio que vai chegar em um limite. Após a divulgação do boletim Focus do Banco Central nessa segunda-feira, o jornal britânico mostra como as previsões estão se deteriorando semanalmente. A expectativa era de um crescimento de 4 % do PIB para 2013 em novembro do ano passado. Semana após semana, o consenso foi caindo até chegar em 3,2%, como foi divulgado esta semana.
Mas, o que parece inexplicável, é o descaso com a inflação. Com base no relatório do banco japonês Nomura, o FT destaca que a inflação segue pressionada ao longo de 2013. Pela previsão dos analistas do Nomura, a inflação será de 6% - acima do centro da meta de 4,5% perseguida pelo BC e maior que a inflação de 5,84% de 2012.
A conclusão do FT é que não importa o tamanho do PIB. Se a inflação não estiver sob controle, a percepção será que não houve crescimento algum. Ou seja, um ano perdido.
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Brasil no delírio do endividamento

UM CALOTE DE R$ 44 BILHÕES

Depois da farra do crédito fácil, que alavancou o crescimento do País até 2010, nova classe média dá calote recorde e a economia brasileira patina. Impacto chegou a diferentes setores da economia 

O Estado de S.Paulo
A técnica em enfermagem Wedna Bispo, 31 anos, ganha R$ 1,2 mil por mês e até outro dia devia quase R$ 34 mil na praça. Não consegue lembrar tudo que comprou, mas estava pendurada na loja de material de construção, em dois cartões de crédito, no banco e na faculdade. Estica prazo daqui, renegocia dali, agora só falta discutir R$ 2,6 mil com o curso de enfermagem. "Minhas dívidas viraram uma bola de neve. Se você não controla, só se lasca." Wedna admite ter se perdido nas compras, mas hoje percebe que o descontrole não foi só dela: num dos cartões de crédito, a administradora lhe deu limite para gastar R$ 1,2 mil por mês - exatamente o valor de seu salário.
Wedna é uma típica brasileira da nova classe média enrolada na armadilha do crédito fácil. Como ela, milhões de pessoas atraídas pela oferta de crédito abundante nos bancos se atiraram às compras em 2009, 2010 e no início de 2011. Este ano, a conta chegou. Para muitos, foi como acordar de um surto coletivo de embriaguez: as doses de crédito a mais desaguaram num calote total de R$ 44,2 bilhões em bancos, financeiras e no cartão de crédito. Para comparar, em 2010, a inadimplência total era de R$ 23,7 bilhões, quase a metade de hoje. As contas foram feitas pela economista Marianne Hanson, da Confederação Nacional do Comércio (CNC).
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Privatizações em atraso

'The Economist' provoca: Dilma despertou para privatização

Reportagem diz que o governo brasileiro atrasou plano das novas concessões, especialmente dos aeroportos, por 'relutar' em aderir às privatizações

 A revista britânica The Economist destaca em reportagem na edição que chega nesta quinta-feira às bancas o fato de o Brasil ter "despertado para a necessidade urgente de melhorar a infraestrutura do País", em especial nos transportes. A reportagem diz que o governo de Dilma Rousseff era "relutante" em aderir às privatizações e que isso teria atrasado o plano das novas concessões, especialmente dos aeroportos.
"O governo do Brasil despertou para a necessidade urgente de melhorar a infraestrutura do País. Ele está leiloando concessões de rodovias, estradas e aeroportos. No mês passado, acrescentou portos à lista e prometeu gastar R$ 54 bilhões para expandir, dragar e melhorar os portos ao longo dos próximos cinco anos", afirma a reportagem.
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A importância de "manufacturing" para sair da pobreza

Chart of the week: how important is manufacturing to emerging markets?

For some emerging economies, large energy deposits can provide a fast boost to growth. But to move up towards middle income status or beyond, manufacturing has almost always been a necessary step for EMs to build a modern economy.
So what is the picture of the world’s top manufacturers? Who is the biggest, and which EMs have made the biggest strides?
According to a recent report by consultants McKinsey, manufacturing raises incomes and provides the machinery, tools, and materials to build modern infrastructure and housing.
Mais:

O mestre do jeitinho

Mantega é profissional do 'jeitinho', diz jornal inglês

O blog dedicado aos mercados emergentes do jornal britânico Financial Times, o Beyondbrics, publicou no fim da noite de terça-feira (15) um texto crítico aos procedimentos adotados pela equipe econômica brasileira. "Com o crescimento ainda lento e os preços subindo mais rápido do que o esperado, o Banco Central do Brasil e o Ministério da Fazenda também estão se tornando profissionais do 'jeitinho'", diz o texto, ao comentar que o famoso 'jeitinho brasileiro' chega agora à economia.
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Artigo original

Quem paga são os outros

Tribunal de Justiça de SP tem 323 carros parados há três meses

Frota ‘a serviço do Poder Judiciário’ está ao relento; segundo Tribunal de Justiça, falta de documentação dos veículos impede utilização

15 de janeiro de 2013 |
Fausto Macedo e Bruno Boghossian, de O Estado de S. Paulo
Mais de 300 veículos modelo Doblò, “a serviço do Poder Judiciário”, estão parados há três meses no amplo estacionamento do Complexo Judiciário Ministro Mário Guimarães, na Barra Funda, em São Paulo, à espera de uma destinação. Os veículos deveriam estar sendo usados para transportar processos, funcionários, jurados e assistentes sociais que apoiam Varas de Infância e Família em São Paulo.

IPCA

Existe espaço para demandas judiciais contra a manipulação do IPCA?
Adolfo Sachsida
Um relatório do Credit Suisse aponta que o IPCA de 2012 SEM AS DESONERAÇÕES TRIBUTÁRIAS teria se situado em 6,4% (isto é, mais de 0,5 pontos percentuais acima do IPCA oficial). Como o IPCA oficial de 2012 foi de 5,84%, isto implica que o governo pagou uma taxa de juros menor aos detentores de títulos públicos atrelados ao IPCA. Dado que parte importante das desonerações tributárias foram feitas com o claro objetivo de reduzir o IPCA isso denota uma evidente manipulação do índice.

Mal 2013 começou e temos a seguinte manchete na Folha de São Paulo “Dilma pede, e SP e Rio congelam a tarifa de ônibus para conter inflação”. Ou seja, o governo esta claramente manipulando o IPCA, esse tipo de manobra diminui o retorno de vários fundos de investimento, e também reduz o quanto o governo tem que pagar em juros da dívida pública atrelada ao IPCA. Resumindo: essa manobra é claramente ilegal. E, tal como no caso da LIBOR, caracteriza fraude contra o setor financeiro.
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Como trabalhar


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Justiça social


Securitização

SECURITIZATION
Gary Gorton
Andrew Metrick
ABSTRACT
We survey the literature on securitization and lay out a research program for its open questions. Securitization
is the process by which loans, previously held to maturity on the balance sheets of financial intermediaries,
are sold in capital markets. Securitization has grown from a small amount in 1990 to a pre-crisis issuance
amount that makes it one of the largest capital markets. In 2005 the amount of non-mortgage asset-backed
securities issued in U.S. capital markets exceeded the amount of U.S. corporate debt issued, and these
securitized bonds – even those unrelated to subprime mortgages -- were at center of the recent financial
crisis. Nevertheless, despite the transformative effect of securitization on financial intermediation,
the literature is still relatively small and many fundamental questions remain open.
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Polítca macroeconômica errada

Can We Spend Ourselves From Recession To Prosperity?

Paul Krugman - Caricature
Paul Krugman - Caricature (Photo credit: DonkeyHotey)
Why is the recovery from the Great Recession so slow?
Mounting evidence suggests there are two reasons: (1) We are discouraging employers from hiring and (2) we are discouraging the unemployed from seeking work.

Public policy uncertainty has been shown to be a major cause of employer reluctance to hire new employees, and the Obama administration has made the business community about as uncertain as they can be with ObamaCare, the Dodd/Frank financial regulation and more recently with its bizarre and totally unclear position on tax rates. At the same time we have greatly expanded the rewards for not working — so much so that University of Chicago economist Casey Mulligan estimates that half of the employment we are experiencing is because we are paying people not to work.
Yet there is another point of view. It’s old line Keynesian economics. A few years ago, most economists regarded this approach as a relic of the past. But the usual circumstances of our economic plight have given Keynesianism a breath of new life.
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Taxa de juros

Caixa reduz juro na compra de imóvel acima de R$ 500 mil

A Caixa Econômica Federal reduziu os juros para o financiamento de imóveis com valor acima de R$ 500 mil. As novas taxas já valem para os empréstimos contratados a partir desta terça-feira. Para clientes que não possuem relacionamento com o banco, a taxa efetiva cai de 9,9% para 9,4% ao ano. Para clientes que possuem relacionamento e conta salário, os juros passam de 8,9% para 8,4% ao ano. Servidores públicos contam ainda com uma redução adicional, com juros de 8,3% ao ano agora.
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Brasil - economia fechada

Comércio exterior

Economia do Brasil é fechada e importação é baixa, afirma Banco Mundial

Relação entre importação e PIB do país é a menor em pesquisa com 179 países

O Brasil é o país que menos importação faz no mundo em proporção do seu Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Mundial (Bird). As informações mostram que a economia brasileira é fechada, apesar das reclamações de empresários sobre a concorrência externa.

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Capital humano

Capital Humano Chiavenato
Veja 

Preivisão de crescimento fraco para o Brasil

OCDE vê perspectiva fraca de crescimento para o Brasil

Estudo mostra que perspectiva de crescimento do Brasil é pior que a da maioria das economias mundiais, inclusive de nações que estão no centro da crise financeira ...

O estudo também sinaliza que as perspectivas de crescimento no Brasil estão mais fracas que na maioria das principais economias mundiais, inclusive aquelas que estão no centro da crise financeira.

Gato bate profissionais em investir

Em teste, gato doméstico derrota gestores profissionais no mercado de ações
Em experiência realizada pelo jornal britânico The Guardian, felino alcançou liderança de rentabilidade, reforçando a hipótese de economista que mercado acionário tem movimento totalmente aleatório
Por Lara Rizério 
SÃO PAULO - O jornal britânico The Guardian desafiou três tipos de investidores para uma disputa de quem conseguiria alcançar a maior rentabilidade ao final do ano de 2012, acompanhando-os durante todo o ano.
Até aí, tudo normal: exceto por um detalhe. Enquanto um grupo era formado por gestores profissionais, outro era composto por alunos de ensino médio da escola John Warner, em Hoddesdon, uma cidade britânica; por fim, e o mais surpreendente: o último grupo era formado apenas por um gato, chamado Orlando - que sagrou-se o campeão do teste.
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Brasil no delírio de empréstimos

COM JURO MENOR, CRÉDITO AGORA ATRAI ATÉ A CLASSE A
OS RICOS TAMBÉM FINANCIAM
Autor(es): Por Antonio Perez | De São Paulo
A forte redução dos juros também mudou a vida financeira dos brasileiros endinheirados. Com a taxa Selic a 7,25% ao ano, os milionários começam a achar mais vantajoso tomar crédito do que pôr a mão no bolso para adquirir bens de valor elevado - imóveis de altíssimo luxo, aviões, helicópteros etc. - e até para realizar investimentos.
O volume de crédito no segmento de private banking - que abriga clientes que têm mais de R$ 1 milhão só para aplicações - cresceu 33,2% em 2012 (até setembro, último dado disponível), mais que o dobro do crédito para pessoa física em geral. "Nossa carteira de crédito no private cresceu 50% no ano passado. Na parte imobiliária, o volume dobrou", diz Luiz Severiano Ribeiro, diretor do Itaú.
Sou dono de uma fortuna, logo não tenho por que pegar dinheiro emprestado. Certo? Não mais. A redução dos juros para níveis civilizados tornou obsoleta a velha lógica que sempre guiou a vida financeira dos brasileiros endinheirados. Com uma taxa Selic a 7,25% ao ano, os milionários começam a achar mais vantajoso tomar crédito que pôr a mão no bolso para adquirir bens de valor elevado - imóveis de altíssimo luxo, aviões, helicópteros etc - e até mesmo para realizar investimentos.
O volume de crédito no segmento de private banking - que abriga clientes que têm mais de R$ 1 milhão só para aplicações - cresceu 33,2% no ano passado (até setembro, último dado disponível), mais do que o dobro do visto no caso do crédito para pessoa física em geral. "O mercado ficou aquecido especialmente no segundo semestre, quando os juros já estavam bem mais baixos", diz Luiz Severiano Ribeiro, diretor do private banking do Itaú. "Nossa carteira de crédito no private cresceu 50% no ano passado. Na parte imobiliária, o volume dobrou."
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Concurso do MF

Concurso para Secretaria do Tesouro do MF abre 255 vagas

Por Redação Eschola.com | Min. da Fazenda –

As inscrições deverão ser feitas exclusivamente na página eletrônica da Escola de Administração Fazendária (Esaf), organizadora da seleção, a partir das 10h do dia 14 de janeiro, até as 23h59 do dia 28 do mesmo mês.
Foi divulgado no Diário Oficial da União do dia 28/12, o edital do concurso para 255 vagas de analista de finanças e controle (AFC) do Ministério da Fazenda, para lotação na Secretaria do Tesouro Nacional. O cargo exige nível superior em qualquer área e tem ganhos iniciais de R$12.961, segundo a tabela dos servidores públicos federais. Com a inclusão dos R$304 do auxílio-alimentação, o valor passa para R$13.265. Os selecionados trabalharão em Brasília.
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Déficit comercial brasileiro

Déficit comercial do Brasil com países ricos é recorde

O Brasil teve, em 2012, seu pior saldo comercial com os países ricos em mais de um quarto de século. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, além de informações de governos estrangeiros, apontam que o déficit comercial do Brasil com as potências do G-7 atingiu um recorde no ano passado, somando um buraco de cerca de US$ 14,7 bilhões.
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As economias mais robotizadas

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Produção de Mercedes em Sindelfingen

http://www.youtube.com/watch?v=EA-lrgaJPUY

Banco Central do Brasil confusa mercados

Traders’ Math Made Worthless by Stealth Rate Cut: Brazil Credit

The Brazilian central bank’s refusal to enforce its benchmark rate target is eroding traders’ ability to bet on monetary policy decisions and prompting economists to speculate that the inaction constitutes a stealth rate cut.
The rate that banks charge each other for overnight loans, known as DI, was 6.93 percent on Jan. 14, marking the 23rd straight day it has been more than a quarter-percentage point below the central bank’s 7.25 percent target. The 0.32 differential is more than double the average over the past decade and compares with gaps of less than 0.1 percentage point in the U.S. and neighbors Colombia and Chile.

Central Bank President Alexandre Tombini

Paulo Fridman/Bloomberg
The growing rate gap in Brazil, which was sparked by an increase in cash levels that central bank President Alexandre Tombini has left unchecked, is rendering useless traders’ models designed to calculate the probability of policy moves in coming days and months, according to Votorantim Ctvm Ltda.
The growing rate gap in Brazil, which was sparked by an increase in cash levels that central bank President Alexandre Tombini has left unchecked, is rendering useless traders’ models designed to calculate the probability of policy moves in coming days and months, according to Votorantim Ctvm Ltda. Photographer: Paulo Fridman/Bloomberg
The growing rate gap in Brazil, which was sparked by an increase in cash levels that central bank President Alexandre Tombini has left unchecked, is rendering useless traders’ models designed to calculate the probability of policy moves in coming days and months, according to Votorantim Ctvm Ltda. By allowing the overnight rate to drop, Tombini is adding stimulus to a sputtering economy without having to announce the 11th reduction in the target since 2011.
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Concurso BB

Quase 340 mil fazem neste domingo o concurso do Banco do Brasil

Seleção é para escriturário; salário é de R$ 1.892.
Vagas são para cadastro de reserva em 15 estados.

A prova do concurso do Banco do Brasil para formação de cadastro de reserva para o cargo de escriturário será aplicada neste domingo (13). Os portões serão fechados às 9h (horário de Brasília). A seleção terá provas objetivas e prova discursiva-redação. O exame terá 4h30 de duração.

No total são 339.173 candidatos que irão concorrer a vagas nos estados do Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe, parte de Santa Catarina e parte do Amazonas. Por ser uma seleção para cadastro de reserva, não há número de vagas definido – o banco chama os aprovados de acordo com a necessidade.
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Spassbad na Alemanha (piscina coberta)


 





Entretando aqui se ve como está fora:





Dinâmica Macroeconômica - Recursos para parte II

Apostilas:
- Keynes e os clássicos
- Keynes e a política keynesiana
- Fórmulas básicas do modelo kaleckiano
Power Point Apresesentações
- A macroeconomia de Keynes e Kalecki
- Posições básicos do Pós-Keynesianismo
- As raízes kaleckianos da "moderna" teoria monetária
Data Shows Blanchard
- Modelo básico de Keynes
- Moeda no modelo básico de Keynes

Inflação de mais de 6 %

Economistas preveem inflação acima de 6% em 2013


Pressionada pelos preços dos alimentos e dos serviços, a inflação subiu um degrau e deve continuar em alta a maior parte deste ano. Até setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)em 12 meses deve ser igual ou superior a 6%, preveem economistas. A inflação encerrou 2012 com alta de 5,84%, o terceiro resultado consecutivo acima do centro da meta de 4,5% traçada pelo Banco Central (BC).
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Brasil - uma economia muita fechada

Brasil é o país com menor importação

O Brasil é o país que menos importa no mundo, como proporção do seu PIB. Os dados são do Banco Mundial, e mostram como a economia brasileira é fechada, apesar das reclamações de empresários sobre a concorrência externa.
Em 2011, segundo o Banco Mundial, o Brasil teve exportações de bens e serviços equivalentes a 13% do PIB. Numa lista de 179 países, o Brasil é o que tem a menor relação entre importações e PIB. A grande maioria dos dados é de 2011, mas, no caso de alguns países, o dado é de anos anteriores (de 2007 a 2010).
No grupo dos Brics, por exemplo, a China tem importações de produtos e serviços de 27% do PIB, a Índia de 30% e a Rússia de 21%. Entre as principais economias da América Latina, o México tem importações correspondentes a 32% do PIB, a Argentina a 20% e a Colômbia a 17%. Mesmo os Estados Unidos, que são a maior e mais diversificada economia do mundo, apresentam uma proporção de importações sobre o PIB de 16%, maior do que a brasileira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Fonte

domingo, 13 de janeiro de 2013

As contribuições de Buchanan para a teoria econômica

What made Buchanan special as an economist?

by on January 13, 2013 at 7:58 am in Economics | Permalink
Matt asks this question. I am a bit on the run, so I will do this in link-less form, but all the sources should be easily googled. Here goes:
1. He developed the “theory of clubs,” which sets out the conditions under which private associations supply excludable public goods at optimum levels.
2. For his time he had the best and most rigorous analysis of the incidence of public debt.
3. With Gordon Tullock he pioneered the economic analysis of voting rules in terms of transactions costs and external costs imposed on others. Any current blogosphere discussion of say the filibuster will rely on this approach, though we now take it so for granted we don’t realize how impressive it was at the time.
4. He had pioneering economic analyses of bicameralism, logrolling, and other aspects of legislatures, again with Tullock.
5. Along with Harsanyi, he formulated aspects of the “original position” before Rawls did and he was a major influence on Rawls. By the way, I have seen Buchanan numerous times with top professional philosophers, and he has no problem holding his own or better.
6. He helped pin down, including on the technical side, the economic concept of externality.
7. He provided the most important revision to optimal tax theory since Ramsey, namely the point that supposedly efficient methods of taxation can be too easy to use. That was in The Power to Tax, with Brennan. His piece on static vs. dynamic versions of the Laffer curve, with Dwight Lee, is also significant.
8. He provided a public choice analysis of why Keynesian economics would not lead to the appropriate budget surpluses during good times and thus would contain dangerous ratchet effects toward excess deficits.
9. He thought through the conflict between subjective and objective notions of value in economics, and the importance of methodologically individualist postulates, more deeply than perhaps any other economist. Most economists hate this work, or refuse to understand it, either because it lowers their status or because it is genuinely difficult to follow or because it requires philosophy. Yet it stands among Buchanan’s greatest contributions even if a) I do not myself agree with his approach, and b) I do not think it is easily summarized or even well-explained. Buchanan took Knight and Shackle very seriously and he understood that the typical pragmatic dismissal of their caveats was not in fact well-founded.
10. His Hayekian work on “order defined only through the process of emergence” and “economics as a science of exchange and catallactics” is a very important take-down of the scientific pretensions of much of economics. It doubted whether the notion of efficiency could be independently conceptualized at all. Again, this work is disliked or ignored. Buchanan may be going too far, but it is a very important and neglected perspective.
11. He thought more consistently in terms of “rules of the games” than perhaps any other economist. This point remains underappreciated and underapplied. It makes technocracy out to be a fundamentally different endeavor.
12. He did important work in the history of economic thought, reviving interest in the Italian school of public finance and public choice.
13. His late papers with Yoon on the work ethic, increasing returns, and economic growth remain underappreciated. I also admire his work with Yoon on the anti-commons.
There is more, but that is a start. Try his article on why pollution should be taxed for Pigouvian reasons. I could add that Buchanan understood the importance of monetary rules, and favored a regime where the supply of money would be elastic in response to negative economic circumstances.
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