segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Os dez maiores colapsos econômicos da história

Economia japonesa continua estagnação deflacionária

Japan’s Production Slumps to 2011 Quake-Aftermath Low: Economy

Japan’s industrial output tumbled more than forecast to the lowest level since the aftermath of the record 2011 earthquake, bolstering the case for Prime Minister Shinzo Abe to unleash large-scale stimulus.

The 1.7 percent drop in November from October exceeded all 27 forecasts in a Bloomberg News survey, a government report showed today in Tokyo. The nation also remained mired in deflation, with consumer prices excluding fresh food dropping 0.1 percent from a year before, compared with a central bank goal of 1 percent and Abe’s desired target of 2 percent.
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PIB brasileiro

Economia crescerá 0,98% em 2012, diz pesquisa Focus

A previsão do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2012 voltou a cair e está agora em 0,98%, de acordo com a última pesquisa Focus do Banco Central (BC) de 2012, divulgada nesta segunda-feira. Na semana passada, o mercado projetava um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1% neste ano.
Para 2013, no entanto, a estimativa se manteve em 3,30%. Há um mês, o mercado projetava alta de 3,70% em 2013. A projeção para o desempenho do setor industrial em 2012 continua negativa, mas seguiu em baixa de 2,31% no relatório divulgado nesta segunda-feira. Para 2013, economistas preveem avanço industrial e a previsão de expansão segue em 3,50%. Há um mês, a Focus apontava estimativa de alta de 3,82% para a produção industrial no próximo ano.
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O que tem a fazer

"I do consider it the task of academic economists, however, to represent the claims of reason, no matter what their short-run effectiveness. Public opinion, which today may in truth hamper a reasonable policy, is not set in stone, and I am afraid that our predecessors, the previous generation of economists, bear some blame for the current state of affairs. If all hope is forlorn, one hope still remains: that we academic teachers, through our influence on the thinking of the next generation, will undo at least in part the great harm inflicted by some of our predecessors." -- F. A. Hayek, 1936

O caminho do mercado e do estado


sábado, 29 de dezembro de 2012

Inflação brasileira 2013


Mercado eleva projeções para inflação em 2013

Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)

Projeções para a inflação em 2013 são elevadas, segundo pesquisa do BC. Além disso, o mercado reduziu as estimativas para o crescimento da economia neste ano.
As instituições financerias consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram sua perspectiva para a inflação em 2013, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (21/5).
As previsões para o Índice Nacional de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) em 2013 passaram de 5,53% há uma semana para 5,60%.
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Capitalismo brasileiro


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Relação entre riqueza (PIB) e bem-estar

Fonte

Taxas de crescimento per capita - fim da festa?


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Is U.S. Economic Growth Over? Faltering Innovation Confronts the Six Headwinds

Robert J. Gordon

NBER Working Paper No. 18315
Issued in August 2012
NBER Program(s):   DAE   EFG   PR 
This paper raises basic questions about the process of economic growth. It questions the assumption, nearly universal since Solow’s seminal contributions of the 1950s, that economic growth is a continuous process that will persist forever. There was virtually no growth before 1750, and thus there is no guarantee that growth will continue indefinitely. Rather, the paper suggests that the rapid progress made over the past 250 years could well turn out to be a unique episode in human history. The paper is only about the United States and views the future from 2007 while pretending that the financial crisis did not happen. Its point of departure is growth in per-capita real GDP in the frontier country since 1300, the U.K. until 1906 and the U.S. afterwards. Growth in this frontier gradually accelerated after 1750, reached a peak in the middle of the 20th century, and has been slowing down since. The paper is about “how much further could the frontier growth rate decline?”
The analysis links periods of slow and rapid growth to the timing of the three industrial revolutions (IR’s), that is, IR #1 (steam, railroads) from 1750 to 1830; IR #2 (electricity, internal combustion engine, running water, indoor toilets, communications, entertainment, chemicals, petroleum) from 1870 to 1900; and IR #3 (computers, the web, mobile phones) from 1960 to present. It provides evidence that IR #2 was more important than the others and was largely responsible for 80 years of relatively rapid productivity growth between 1890 and 1972. Once the spin-off inventions from IR #2 (airplanes, air conditioning, interstate highways) had run their course, productivity growth during 1972-96 was much slower than before. In contrast, IR #3 created only a short-lived growth revival between 1996 and 2004. Many of the original and spin-off inventions of IR #2 could happen only once – urbanization, transportation speed, the freedom of females from the drudgery of carrying tons of water per year, and the role of central heating and air conditioning in achieving a year-round constant temperature.
Even if innovation were to continue into the future at the rate of the two decades before 2007, the U.S. faces six headwinds that are in the process of dragging long-term growth to half or less of the 1.9 percent annual rate experienced between 1860 and 2007. These include demography, education, inequality, globalization, energy/environment, and the overhang of consumer and government debt. A provocative “exercise in subtraction” suggests that future growth in consumption per capita for the bottom 99 percent of the income distribution could fall below 0.5 percent per year for an extended period of decades.

Poder de compra em unidades de cerveja


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China - crescimento econômico


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China- a nova generação

Heirs of Mao’s Comrades Rise as New Capitalist Nobility

Lying in a Beijing military hospital in 1990, General Wang Zhen told a visitor he felt betrayed. Decades after he risked his life fighting for an egalitarian utopia, the ideals he held as one of Communist China’s founding fathers were being undermined by the capitalist ways of his children -- business leaders in finance, aviation and computers.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Infraestrutura

Zero Hora – O Brasil foi relapso, nas últimas décadas, com uma lição básica oferecida pelas nações que chegaram aos mais avançados estágios de desenvolvimento. Os governos descuidaram dos investimentos em infraestrutura, e os efeitos desse desprezo se manifestam agora de forma implacável, quando o país não consegue tirar proveito integralmente das oportunidades criadas por um persistente ciclo de estabilidade interna. Faltam ou estão sucateados aeroportos, rodovias, ferrovias, portos, energia. O preço do descaso são os altos custos pagos por quem produz e a desconfiança de investidores externos. Somente em anos recentes, foram notados movimentos do setor público no sentido de corrigir tantos erros, mas sem que tais iniciativas cheguem a expressar uma sólida agenda de longo prazo.
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Impostos e burocracia

Taxation & Bureaucracy: Whether you are an investor, and especially if you are an entrepreneur, this is no doubt a major downside and one of the more challenging aspects of doing business in Brazil.
The Brazilian tax system is heavy, hugely cumbersome, and at times very unclear, resulting in unknown liabilities.
Labor costs are very high both on hiring and firing, and the legislation is inflexible and hardly supportive of entrepreneurship.
Take for example a recent decision by a major multinational company to block email distribution to its workforce in non-working hours and on vacations, after having lost a an ‘overtime’ labor suit for this reason.
Imagine the potential liabilities, and restrictions to productivity, of such a legal decision(!)
Brazil is laden with these ‘mines’ and unfortunately considerable time has to be spent dealing with bureaucracy rather than building great businesses.
This ends Part I, and to sum-up: Brazil’s potential is massive. At the same time, the current challenges and shortcomings must be embraced and tackled one-by-one, both on the individual level of each start-up, and as a community as a whole.
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Justiça brasileira - custos altos e poucos resultados

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Ainda falta incluir os custos provocados pela justiça ineficiente para advocacia e a administração de decições justiciais confusas.

Debate 1932

http://thinkmarkets.files.wordpress.com/2010/06/keynes-hayek-1932-cambridgelse.pdf

Escravidão

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=jc-NAx7t9zk

Economia brasileira

Painel de economistas avalia por que a economia do Brasil não decola

Atualizado em 26 de dezembro, 2012 - 08:45 (Brasília) 10:45 GMT
Cristo Redentor (Foto Riotur)
Brasil deixou de ser unanimidade após desaquecimento
Até 2011, a imprensa e mercados internacionais pareciam tomados por um grande entusiasmo em relação ao crescimento brasileiro. "O Brasil decola", anunciou em 2009 a revista britânica The Economist, fazendo um diagnóstico que, à época, parecia ser unanimidade.
A recente polêmica aberta em um artigo da mesma Economist chamava a economia brasileira de "criatura moribunda" - e anunciava: "O Brasil despenca" - dá a medida de como o clima mudou em relação ao País em 2012.
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Microeconomia


Microeconomic Foundations I develops the choice, price, and general equilibrium theory topics typically found in first-year theory sequences, but in deeper and more complete mathematical form than most standard texts provide. The objective is to take the reader from acquaintance with these foundational topics to something closer to mastery of the models and results connected to them.
  • Provides a rigorous treatment of some of the basic tools of economic modeling and reasoning, along with an assessment of the strengths and weaknesses of these tools
  • Complements standard texts
  • Covers choice, preference, and utility; structural properties of preferences and utility functions; basics of consumer demand; revealed preference and Afriat's Theorem; choice under uncertainty; dynamic choice; social choice and efficiency; competitive and profit-maximizing firms; expenditure minimization; demand theory (duality methods); producer and consumer surplus; aggregation; general equilibrium; efficiency and the core; GET, time, and uncertainty; and other topics
  • Features a free web-based student's guide, which gives solutions to approximately half the problems, and a limited-access instructor's manual, which provides solutions to the rest of the problems
  • Contains appendixes that review most of the specific mathematics employed in the book, including a from-first-principles treatment of dynamic programming

História que não se ensina nas escolas

A fome na Ucrânia - um dos maiores crimes do estado foi esquecido
Em 1933, Stalin estipulou uma nova meta de produção e coleta, a qual deveria ser executada por uma Ucrânia que estava agora à beira da mortandade em massa por causa da fome, que havia começado em março daquele ano.  Vou poupar o leitor das descrições mais gráficas do que aconteceu a partir daqui.  Mas os cadáveres estavam por todos os lados, e o forte odor da morte pairava pesadamente sobre o ar.  Casos de insanidade, e até mesmo de canibalismo, estão bem documentados.  As diferentes famílias camponesas reagiam de maneiras distintas à medida que lentamente iam morrendo de fome ...
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Veja também
Assista vídeo sobre a história da União Sovietiva

"Roussolph"


Dilma vira rena e Mantega é elfo em conto do Financial Times

No texto do blog "beyondbrics" - especializado em mercados emergentes -, a presidente brasileira é uma rena chamada de Roussolph e Mantega é chamado de Guido, o Elfo

Londres - A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, são personagens centrais do conto de fim de ano de um dos blogs do jornal britânico Financial Times. No texto do "beyondbrics" - especializado em mercados emergentes -, a presidente brasileira é uma rena chamada de Roussolph e Mantega é chamado de Guido, o Elfo.
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Roussolph the red-nosed reindeer

This year, the Christmas tale from beyondbrics takes us to the up-and-coming area of Brics-ton, where Roussolph the Brazilian reindeer has been unceremoniously dumped from Santa Capital’s portfolio.
Read on…

Dilma satirizada

Jornal britânico "Financial Times" chama Dilma de rena do nariz vermelho do Natal

DE SÃO PAULO
O desempenho da economia brasileira foi satirizado no conto de Natal do blog beyondbrics, do jornal britânico "Financial Times", sobre os países emergentes.
Estrelando o bate-boca com o próprio Papai Noel, apareciam a presidente Dilma Rousseff, caracterizada como a rena do nariz vermelho, e o ministro Guido Mantega (Fazenda), como "Guido, o "elfo vidente".
No conto, o Papai Noel afirma que os personagens deste Natal são os mesmos de 2011, exceto pela mudança do representante da América Latina --sai Dilma e entra Enrique Peña Nieto, novo presidente do México-- e pelo novo líder chinês Xi Jinping.
"Você não pode me rebaixar!", protestou Dilma. "O que me diz sobre meu maravilhoso nariz vermelho?"
"É o seu nariz vermelho o problema. As crianças pensam que você é socialista. Quem confia em um socialista para trazer brinquedos?", responde o Papai Noel.
Indignada, Dilma lembra que o líder chinês é ainda pior por ser comunista.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Política monetária japonesa

Premiê do Japão forma governo com aliados e mira deflação


TÓQUIO, 26 Dez (Reuters) - O novo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, anunciou um gabinete com aliados próximos nesta quarta-feira, dando início à segunda administração com o compromisso de combater a deflação e lidar com o desafio de uma China em ascensão.
Abe, de 58 anos, prometeu afrouxamento monetário agressivo pelo Banco do Japão e despesa fiscal grande pelo governo endividado para atacar a deflação e enfraquecer o iene para tornar as exportações japonesas mais competitivas.
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Sistema de ferroviária chinesa

Bahnrekord in China

In acht Stunden von Peking nach Guangzhou

CRH380 Harmony-Züge in Wuhan.
CRH380 Harmony-Züge in Wuhan. (Bild: Reuters)
(sda/afp) China hat die weltweit längste Strecke für Hochgeschwindigkeitszüge in Betrieb genommen. Das Fernsehen übertrug am Mittwoch live die Abfahrt des ersten Zuges von Pekings Westbahnhof. Für die 2298 Kilometer lange Strecke zwischen der chinesischen Hauptstadt und Guangzhou benötigen die Passagiere nur noch acht Stunden statt der bisher 22 Stunden.
Im Durchschnitt fahren die Züge mit einer Geschwindigkeit von 300 Kilometern pro Stunde, entlang der Strecke halten sie an allen grösseren Städten.
Nach Angaben der staatlichen Medien wurde als Starttermin Maos Geburtstag am 26. Dezember gewählt. China begann erst vor fünf Jahren mit dem Ausbau seines Hochgeschwindigkeitsnetzes, doch schon drei Jahre später verfügte es mit 8358 Kilometern über das grösste Netz weltweit. Bis zum Jahr 2020 soll es sich auf 16'000 Kilometer fast verdoppeln.
Fonte

domingo, 23 de dezembro de 2012

Completar o euro

Completing the Euro: A road map towards fiscal union in Europe

le 26 Juin 2012 à 10:10
Studies and reports - Henrik Enderlein, Jacques Delors, Helmut Schmidt, Peter Bofinger, Laurence Boone, Paul De Grauwe , Jean-Claude Piris, Jean Pisani-Ferry, Maria João Rodrigues, André Sapir and António Vitorino
http://www.eng.notre-europe.eu/011-3317-Completing-the-EuroA-road-map-towards-fiscal-union-in-Europe.html

Publicações 2012

Publicações 2012 de A. P. MUELLER
 Central Banking - What Is It Good For?Mises Institute Canada
November 12, 2012
The Economics of the Fiscal CliffFinancial Sense
November 8, 2012
Storm Warnings for your Money WealthFinancial Sense
November 1, 2012
Quantitative Easing - Folly or Method?Financial Sense
October 5, 2012
Centro de Economia
Aplicada da UFS
Boletim de Conjuntura

Outubro
Julho
Abril 

 2012 - O ano em retrospectivaOrdem Livre
12/2012
A lenda do multiplicador fiscalOrdem Livre
11/2012
O pesadelo da dívida públicaOrdem Livre
11/2012
A política monetária americana no caminho para a hiperinflação?10/2012
Por que austríacos lecionam
em universidades

públicas(junto com Fabio
Barbieri e Ubiratan Jorge Iorio)
Instituto Mises Brasil
10/2012

As raízes do estado intervencionista moderno09/2012O capitalismo de estado entra na bancarrota08/2012Does Europe Need a New Marshall Plan?Financial Sense
7/2012
O mito do Plano Marshall7/2012O Brasil no voo da galinha6/2012O triunfo do estado-babá5/2012A função do sistema de preços4/2012The Continental Economic Curreny ReviewWorld Economic Outlook
July 2012
The Continental Economics Currency ReviewWorld Economic OutlookApril 2012Inflation Targeting Hits the Wall02/20122012 - World Economic OutlookThe Continental Economics
Institute Currency Review
12/2011
Políticas de metas de inflação são a causa dos problemas, e não a solução02/2012What's Behind the Euro Crisis and How Will it End?12/2011What's Behind the Currency War? Feb 2011

"The Origin of the Crisis",
Back on the Road to Serfdom. The Resurgence of Statism,
ed. by Thomas E. Woods,
ISI, Washington, DC, 2011
O que está por trás da guerra cambial?02/2011
O mito do Plano Marshall7/2012O Brasil no voo da galinha6/2012O triunfo do estado-babá5/2012A função do sistema de preços4/2012Capital, dinheiro e crises econômicas3/2012Dinheiro e juros na perspectiva da Escola Austríaca2/2012Crescimento econômico sem milagres

1/2012

2012 - o ano em retrospectiva

2012 – O ano em retrospectiva


Quando nos aproximamos o final do ano verificamos que 2012 foi um ano em que muito aconteceu na economia e na política, mas pouco mudou. Houve uma campanha feroz nas eleições presidenciais nos Estados Unidos e depois tudo ficou como antes. China instalou um novo corpo governamental e ainda é difícil identificar a diferença entre a nova administração e a velha. Quase todos os dias ao longo 2012 a crise da dívida europeia apareceu nas noticias, mas hoje, no final do ano, a situação nem é melhor nem pior do que no início do ano. Da mesma forma, a situação da dívida dos Estados Unidos é tão grave como no início de 2012, sem muita melhora da economia ao longo do ano. Todo se posiciona, assim parece, para grandes mudanças em 2013...
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Crescimento econômico




2012- O ano em retrospectiva

recession_graph

2012 – O ano em retrospectiva

Antony Mueller

Quando nos aproximamos o final do ano verificamos que 2012 foi um ano em que muito aconteceu na economia e na política, mas pouco mudou. Houve uma campanha feroz nas eleições presidenciais nos Estados Unidos e depois tudo ficou como …
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Commodities - preços 2012



China - custos de trabalho


Genealogia da teoria econômica


Desemprego brasileiro

Desemprego cai para 4,9%, menor taxa da história para meses de novembro

Rio de Janeiro - A taxa de desemprego em novembro deste ano no país ficou em 4,9%, a menor taxa registrada para novembro na série histórica iniciada em 2002. Também a segunda menor taxa, entre todos os meses, desde 2002, sendo superior apenas à observada em dezembro do ano passado (4,7%).

Os dados foram divulgados esta sexta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice é, portanto, inferior aos registrados em outubro deste ano (5,3%) e em novembro de 2011 (5,2%).

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Inflação brasileira

Inflação perto de 4,5% em 2013 é factível, diz Hamilton
Estadão Conteúdo
O diretor de política econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, disse nesta quinta-feira, que uma taxa inflação em torno de 4,5% em 2013 é um cenário factível para a autoridade monetária. Pelas projeções do BC apresentadas nesta quinta-feira no Relatório Trimestral de Inflação, o IPCA fechará todos os anos do governo Dilma Rousseff acima do centro da meta de inflação, de 4,5%. "A projeção não está dizendo que não vai chegar, está mostrando tendência. Entendemos que inflação vai recuar no próximo ano", argumentou.
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Crescimento econômico brasileiro

BC reduz para 1,0% previsão de alta do PIB em 2012

O Banco Central revisou para baixo sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, de 1,6% para 1,0%. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pela autoridade monetária por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI). De acordo com o BC, a nova estimativa incorpora os resultados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para os três primeiros trimestres deste ano e as estatísticas disponíveis sobre o terceiro trimestre do ano.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Keynes e Hayek - a batalho continua

Peter Foster: Santa Keynes and the Hayekian Grinch


Peter Foster | Dec 18, 2012 8:03 PM ET | Last Updated: Dec 18, 2012 8:07 PM ET
More from Peter Foster
Corbis-Bettmann/UPI
Corbis-Bettmann/UPIEconomist John Maynard Keynes
Keynesianism has extended ­downturn, despite recent praise
We are now approaching the fourth Christmas of the great debate between the benign supporters of Santa Keynes and the walnut-hearted acolytes of the Hayekian Grinch. Or at least that’s how Keynesians seem to see it.
Prominent statist fans of John Maynard Keynes such as Nobel laureates Paul Krugman and George Stiglitz, and Keynes’ biographer Lord Robert Skidelsky, tend to be moralists who castigate their opponents as flinty-eyed masochists rather than level-headed students of immutable laws. Their indignant question is “Would you have us do nothing?” The response from supporters of Friedrich Hayek and his “Austrian” free-market economics is: “Yes, since what you are doing is making things worse. Moreover, it’s your policies that cause crises in the first place.”

Mais um pacote de estímulo

Mantega anuncia nesta 4a novo pacote de estímulo

Por Luciana Otoni
BRASÍLIA, 19 Dez (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia nesta quarta-feira novo pacote com reduções de tributos como parte de uma desoneração de 40 bilhões de reais prevista para 2013, em mais um esforço para fomentar o crescimento em um momento em que a economia mostra dificuldade de recuperação.
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Competitividade brasileira

Análise: Relatórios mostram que o ambiente no país é hostil para a competitividade

LUCIANA YEUNG
ESPECIAL PARA A FOLHA
Em outubro, o Banco Mundial divulgou o relatório "Doing Business 2013", que faz uma avaliação do ambiente de negócios em 185 países. Desde o primeiro relatório (2004), o Brasil está entre os países avaliados, e mal --e cada vez pior-- avaliados.
Apenas nos últimos anos, em 2010, ficamos em 124º lugar; depois passamos para 127º, 128º e, finalmente, 130º em 2013. Mais do que uma análise das dificuldades com que potenciais firmas podem se deparar caso decidam se instalar no país, o "Doing Business" mostra as barreiras concretas que todas as empresas brasileiras enfrentam diariamente para alcançar mais competitividade.
Esse ranking é calculado baseado em dez subitens. No item "mais bem" avaliado, "Conseguindo eletricidade", o Brasil está em mero 60º lugar (no país que tem uma das matrizes energéticas mais ricas do planeta).
No item com pior avaliação, "Pagando impostos", estamos em nada menos do que 156º lugar. Ou seja, existem no mundo 155 países, do total de 185, em que é mais fácil pagar impostos do que aqui. Cada empresa brasileira gasta, em média, 2.600 horas para lidar com impostos e paga o equivalente a 69,3% dos lucros (a média na América Latina é de 47,2%; na OCDE, 42,7%; e na Ásia, 34,5%).
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Quantas firmas têm competitividade suficiente para sobreviver num ambiente de negócios como esse?

Política monetária

Monetary policy

Making better institutions, in America and Europe

LAST Thursday, your correspondent attended the Cato Institute’s 30th annual Monetary Conference. A previous post covered the first portion of the conference, which was about understanding the causes of the crisis and how to (or whether we should) prevent future crises. This post will cover the remainder of the conference, which concentrated on current events in the United States and the euro zone. The underlying theme was how to create institutions based on transparent rules rather than the whims of individual policymakers—a noble goal difficult to execute in practice when there is so little agreement on what the rules should be.
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Nordeste feliz

Nordeste é a região mais feliz do Brasil, diz Ipea

Segundo o Ipea, se a região fosse um país, seria a 9ª com maior índice de satisfação de vida

Por Heraldo Marqueti Soares
SÃO PAULO – O nordestino é o povo que obteve o melhor desempenho na avaliação elaborada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A nota média da região Nordeste ficou em 7,38. Segundo relatou o instituto, se fosse um país, a região estaria em 9º lugar na classificação global, entre belgas e finlandeses.
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Khan Academy em Português

Milhares de vídeos educativos de todas as áreas de conhecimento
http://www.youtube.com/user/khanacademyportugues

Argentina - estatísticas falsificadas

Lagarde entrega relatório ao FMI sobre estatísticas argentinas


A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, entregou nesta segunda-feira um relatório ao diretório executivo da instituição sobre o caso das estatísticas da Argentina, revela um comunicado do Fundo.
"Hoje a gerente do FMI apresentou ao diretório executivo um relatório sobre a resposta da Argentina às preocupações levantadas pelo Fundo sobre a qualidade das estatísticas oficiais entregues ao FMI", tal como estava previsto.
O FMI não emitirá qualquer comentário "sobre o relatório ou seu conteúdo", e o diretório "fará a devida análise deste documento até o final de janeiro", explicou o Fundo.

Preços

“Um governo não pode determinar preços, pela mesma razão que uma gansa não pode botar ovos de galinha”
Ludwig von Mises

O governo criou a crise

Our Government-Created Financial Crisis

Walter E. Williams

Suppose you saw a building on fire. Would you seek counsel from the arsonist who set it ablaze for advice on how to put it out? You say, "Williams, you'd have to be a lunatic to do that!" But that's precisely what we've done: turned to the people who created our fiscal crisis to fix it. I have never read a better account of our doing just that than in John A. Allison's new book, "The Financial Crisis and the Free Market Cure."
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China - crescimento econômico

Riscos externos impedem recuperação da China, pode haver afrouxamento

PEQUIM, 18 Dez (Reuters) - O Banco Central da China pode ter que adotar medidas de afrouxamento para impulsionar a recuperação econômica ao longo do próximo ano, uma vez que investidores estrangeiros reduzem os compromissos de gastos frente a um panorama externo pessimista que ofusca as perspectivas para o maior exportador do mundo.
A pesquisa sobre expectativas econômicas do Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês) para o quarto trimestre, publicada nesta terça-feira, vê um salto no número de banqueiros que esperam um afrouxamento monetário no primeiro trimestre de 2013, mesmo que dados recentes tenham indicado uma leve recuperação nos últimos três meses do ano.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

China take-off

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b3/Prc1952-2005gdp.gif

Entenda a Grande Depressão


A grande depressão americana
Murray N. Rothbard
Titulo do original inglês: America's Great Depression
Tradução: Pedro Sette-Câmara

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Agradecimentos
Preâmbulo à edição brasileira
Introdução à quinta edição
Introdução à quarta edição
Introdução à terceira edição
Introdução à segunda edição
Introdução à primeira edição
Capítulo I - A teoria positiva do ciclo
Capítulo II - Críticas keynesianas à teoria
Capítulo III - Crítica a algumas explicações alternativas para a depressão
Capítulo IV - Os fatores inflacionários
Capítulo V - A consequência da inflação
Capítulo VI - Teoria e inflação: os economistas e a sedução de um nível de preços estável
Capítulo VII - O prelúdio da Depressão: Hoover e o laissez-faire
Capítulo VIII - Começa a depressão: o presidente Hoover assume o comando
Capítulo IX - 1930
Capítulo X - 1931 -? ?o ano trágico?
Capítulo XI - 1932: o New Deal de Hoover
Capítulo XII - O fim do mandato de Hoover
LINK

Função de tributos


Economia brasileira

Brasil perde posto de 6ª maior economia do mundo

A desvalorização do real em relação ao dólar fez o Brasil perder o sexto lugar no ranking das maiores economias do mundo. Considerando o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no 4º trimestre de 2011, e no 1º, 2º e 3º trimestres deste ano, o País voltou para a sétima posição, atrás do Reino Unido.
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Infraestrutura

Infraestrutura decepcionou em 2012

Principal aposta do governo federal para turbinar o crescimento econômico de 2012, o setor de infraestrutura não correspondeu às expectativas. Um termômetro da baixa atividade foi o volume de desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que até setembro havia recuado 9% no período de 12 meses - a reação no banco só deve aparecer em novembro, mas com efeito na economia em 2013.
Além dos problemas tradicionais, como licenciamento ambiental, greves e questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU), os investimentos no setor foram impactados pela sequência de pacotes lançados pelo governo, nas áreas de rodovias, ferrovias e portos. Embora seja uma medida positiva, o País praticamente gastou um ano organizando esses setores para receber novos investimentos.
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