sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Taxa de desemprego

A real taxa de desemprego no Brasil
por , sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Não são poucas as pessoas que nos escrevem pedindo comentários e explicações sobre a supostamente baixa taxa de desemprego no Brasil. De fato, um estrangeiro mais desinformado que olhe para os números brasileiros irá se sentir tentado a arrumar suas malas, vender sua casa europeia e vir voando com toda a família para o Brasil.
Quando me perguntam minha opinião sobre a taxa de desemprego no Brasil, apenas respondo: qual taxa? A do IBGE ou a do DIEESE? A do DIEESE é simplesmente o dobro da do IBGE. Enquanto o IBGE fala que a taxa de desemprego de outubro foi de 5,3%, o DIEESE afirma que foi de 10,5%. Dois indicadores iguais, uma margem de erro de incríveis 100%. E as implicações disso são enormes. Ao passo que uma taxa de desemprego de 5,3% é menor que a de todos os países europeus (exceto Suíça e Áustria), norte-americanos, asiáticos e da Oceania, uma taxa de 10,5% só é inferior à francesa, portuguesa, irlandesa, grega e espanhola. Ou seja: o mesmo país, o mesmo indicador, duas realidades totalmente opostas.
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Música

Música = capital + tecnologia + empreendorismo (ralização de ideias)
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Desemprego na Eurozona

 Desemprego na Eurozona bate novo recorde em outubro
O desemprego na zona do euro afetou em outubro 11,7% da população economicamente ativa, frente aos 11,6% de setembro, e a inflação caiu fortemente em novembro, informou nesta sexta-feira o escritório europeu de estatísticas, Eurostat.
Trata-se de um novo recorde, que se traduz em 18,70 milhões de pessoas sem emprego em outubro nos 17 países da União Monetária que têm o euro como divisa.
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Política comercial

Ex-embaixador critica política comercial externa

O ex-embaixador do Brasil nos Estados Unidos e presidente do Conselho Superior de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Rubens Barbosa, criticou duramente, na manhã desta sexta-feira, a política comercial externa brasileira e classificou a ação do governo no setor como "total falta de visão estratégica". Segundo ele, a queda nas exportações e no saldo da balança comercial traz uma perspectiva pessimista para 2012 e 2013.
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Crescimento econômico

Economia cresce 0,6% no terceiro trimestre, diz IBGE

RIO - A economia brasileira cresceu 0,6% no terceiro trimestre contra 0,4% nos três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores nominais, a riqueza total produzida no país chegou a R$ 1,1 trilhão.
Com o resultado, a economia acumula no ano crescimento de 0,7%. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 0,9%.
O governo reduziu progressivamente a expectativa de crescimento para 2012. A previsão inicial de que o ano fechasse com um PIB de 4,5% foi reduzida para 3% e, depois, para 2%. Caso seja confirmada essa última estimativa, o resultado deste ano será o pior desde 2009, quando a economia recuou 0,3%.
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Copa 2014


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Carga tributária

Carga tributária soma 35,3% do PIB e bate novo recorde em 2011, diz Fisco
Segundo Receita, arrecadação de tributos somou R$ 1,46 trilhão em 2011.
De acordo com os dados, União foi responsável por 70% da arrecadação.
Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
A carga tributária brasileira, que é o valor de todos os impostos pagos pelos cidadãos e empresas na proporção das riquezas produzidas no país, somou 35,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, estabelecendo nova marca recorde, informou nesta quinta-feira (29) a Secretaria da Receita Federal. O recorde anterior para a carga havia sido registrado em 2008, quando somou 34,54% do PIB.
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Mais um pacote japonês

Japão lança pacote de US$ 10,7 bi para a economia
Estadão Conteúdo – O governo japonês aprovou nesta sexta-feira um segundo pacote de estímulo à economia em menos de um mês, no momento em que se aproximam as eleições gerais de dezembro e a economia em marcha lenta pressiona o partido governista a agir, mesmo que as medidas sejam vistas como vazias pelos analistas. O novo pacote contém 880,3 bilhões de ienes (US$ 10,7 bilhões) em gastos. O pacote é o menor dos quatro feitos pelo governo japonês no último ano. Quando a notícia sobre o pacote vazou para a imprensa local nos últimos dias, vários analistas qualificaram o pacote como muito limitado para ter qualquer impacto na economia. Alguns acreditam que a economia japonesa está em recessão.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Escravidão


Multiplicador fiscal

A lenda do multiplicador fiscal

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O modelo do multiplicador fiscal diz que quando o governo gasta dinheiro emprestado (“deficit spending”) este incremento da dívida pública faz que o produto interno bruto (PIB) crescerá por mais que o aumento original dos gastos. Baseado na teoria que a atividade econômica esteja determinada pela demanda agregada, os proponentes do multiplicador fiscal reclamam que com gastos do governo podia-se estimular a economia. Se esta doutrina seja a verdade tínhamos nada menos que uma chave geral para criar prosperidade à vontade. Porém, a promessa do multiplicador fiscal é uma lenda.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

SELIC

BC mantém Selic em 7,25% e indica juro estável por longo período

BRASÍLIA, 28 Nov (Reuters) - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a taxa básica de juros em 7,25 por cento nesta quarta-feira, encerrando o ciclo de afrouxamento monetário iniciado há mais de um ano, e indicou que a taxa ficará neste nível por um "período prolongado".
O BC repetiu o comunicado da reunião anterior, reforçando a expectativa de agentes econômicos de que a Selic será mantida na atual mínima histórica no próximo ano.
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Diminui desigualdade no Brasil

País atinge em 2011 menor desigualdade em 30 anos

Com Coeficiente de Gini de 0,508, apontado pela Síntese dos Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil atingiu em 2011 sua menor desigualdade de renda em trinta anos - em 1981, o indicador era 0,583. O País, porém, continua um dos países mais desiguais do mundo, longe da média da União Europeia, cujo Gini - índice de zero a 1, que sobe com a disparidade de rendimentos - chegou a 0,305 em 2010 e no ano passado foi 0,290 na Alemanha, 0,308 na França e 0,244 na Suécia. A pesquisa apontou outros sinais de queda na distância entre os ricos e os pobres brasileiros, como a redução na renda dos 20% mais ricos, de 60% para 57,7% do total de 2001 a 2011. Mesmo assim, no ano passado os 40% mais pobres ganhavam apenas 11% da riqueza nacional, diz o estudo.

Venda de veículus mundial

Volkswagen ultrapassa Toyota no ranking de venda de veículos de setembro
InfoMoney – 17 horas atrás.. .

SÃO PAULO – A Volkswagen ocupou o primeiro lugar no ranking de vendas mundiais em setembro de 2012, o crescimento da empresa foi de 7,4%, entre setembro de 2011 e 2012, com 501.495 unidades comercializadas, o que fez com que ultrapassasse a Toyota. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (27) pela Jato Dynamics.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Professor, o que o governo pode fazer para promover o crescimento?

Blog do Mansueto Almeida

Desevolvimento Local, Politica Econômica e Crescimento

Professor, o que o governo pode fazer para promover o crescimento?
Quem acompanha a literatura econômica pode ter certeza de uma coisa. Apesar do progresso na área de desenvolvimento econômico nas últimas três décadas e do maior conhecimento que hoje se tem sobre o que funciona e o que não funciona, os grandes economistas que estudam o assunto não conseguem ainda concordar no que fazer.
Assim, como esperar que governos consigam avançar no fomento ao desenvolvimento se nem mesmo os melhores acadêmicos conseguem chegar a um consenso mínimo do que deve ser feito?
Vamos ver como algumas das estrelas da ciência econômica e formadores de opinião na área de desenvolvimento econômico responderiam a pergunta acima:
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Investimentos

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Incertezas prejudicam investimentos

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Estudo realizado por Sérgio Lazzarini, professor do Insper, e pela assistente de pesquisa Camila Bravo Caldeira, aponta que o valor de mercado das ações das empresas de setores que sofreram algum tipo de intervenção do governo federal - telecomunicações, bancos e setor elétrico - diminuiu cerca de R$ 61 bilhões desde o início do ano, com quedas muito superiores às do Ibovespa. Com tais números, não é de se surpreender com a anemia dos investimentos na economia brasileira, notadamente em setores de infraestrutura que dependem da existência de adequado ambiente regulatório e de segurança jurídica. Como se sabe, nas contas nacionais, já por quatro trimestres consecutivos, o crescimento da Formação Bruta de Capital Fixo se mostra negativo, tendência que deve ser mantida pelo menos por mais um trimestre.


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Educação do Brasil na perspectiva global

Brasil é penúltimo em ranking mundial de educação

SÃO PAULO - O Brasil está na penúltima colocação no ranking global de educação. A lista contou com 40 países e foi divulgada nesta terça-feira (27) pela consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit) e Pearson.

Bolha immobiliária?

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A crise continua


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Inflação

William Leggett, journalist in 1837 
What has been, what ever must be, the consequence of such a sudden and prodigious inflation of the currency? Business stimulated to the most unhealthy activity; a vast amount of over production in the mechanick arts; a vast amount of speculation in property of every kind and name, at fictitious values; and finally, a vast and terrifick crash, when the treacherous and unsubstantial basis crumbles beneath the stupendous fabrick of credit, and the structure falls to the ground, burying in its ruins thousands who exulted in the fancied security of their elevation. Men, now-a-days, go to bed deeming themselves rich, and wake in the morning to find themselves stripped of even the little they really had.   

Aracaju


 

Protagonista do keynesianismo

‎'Hitler fue el verdadero protagonista de las ideas keynesianas.'
- John Kenneth Galbraith, líder keynesiano en EEUU.

PIB no poço


A essência de microeconomia

Essential Microeconomics is designed to help students deepen their understanding of the core theory of microeconomics. Unlike other texts, this book focuses on the most important ideas and does not attempt to be encyclopedic. Two-thirds of the textbook focuses on price theory. As well as taking a new look at standard equilibrium theory, there is extensive examination of equilibrium under uncertainty, the capital asset pricing model, and arbitrage pricing theory. Choice over time is given extensive coverage and includes a basic introduction to control theory. The final third of the book, on game theory, provides a comprehensive introduction to models with asymmetric information. Topics such as auctions, signaling, and mechanism design are made accessible to students who have a basic rather than a deep understanding of mathematics. There is ample use of examples and diagrams to illustrate issues as well as formal derivations. Essential Microeconomics is designed to help students deepen their understanding of the core theory of microeconomics.
Review
'Unlike an encyclopedia, this book brilliantly focuses on the essence by developing three basic concepts (constrained optimization, supporting prices, and comparative statics) for both general equilibrium and game theory and then applying them to problems involving time, uncertainty, and asymmetric information that emerge in various fields, such as macroeconomics, finance, and mechanism design.' Joseph Tao-yi Wang, National Taiwan University
Book Description
Essential Microeconomics is designed to help students deepen their understanding of the core theory of microeconomics. Unlike other texts, this book focuses on the most important ideas and does not attempt to be encyclopedic. The website essentialmicreconomics.com complements the text and offers a self-learning course to help students review the mathematics used in the text.
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Crescimento econômico brasileiro

OCDE prevê que Brasil cresça 4% em 2013, depois do 1,5% de 2012

Paris, 27 nov (EFE).- O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá 4% em 2013 e 4,1% em 2014, segundo a OCDE, que destacou nesta terça-feira o salto que a economia do país experimentará do 1,5% previsto para 2012.
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Taxa de juros

Juros recuam com perspectiva de PIB menor em 2013

Pela primeira vez em alguns pregões, o mercado de juros não ficou estritamente ligado ao movimento do dólar nesta segunda-feira. Enquanto a moeda norte-americana migrou para o terreno positivo em alguns momentos durante a tarde, ainda que a alta tenha sido discreta, as taxas futuras seguiram em queda, em linha com o exterior ruim e com as incertezas que rondam a economia da Grécia e dos EUA. Além disso, a piora das expectativas para o crescimento do Brasil, em 2013, e a avaliação de uma fonte da equipe econômica de que a expansão de 4% pode não ser sustentável sancionaram o viés baixista para a curva de juros, sobretudo no trecho mais longo.
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7 dicas para se preparar e se destacar em uma entrevista de emprego

TAV

TAV poderá ligar SP a Curitiba, Brasília e BH, diz EPL

O governo voltou a estudar a construção de trechos ligando São Paulo a Curitiba, Brasília e Belo Horizonte pelo Trem de Alta Velocidade (TAV), informou nesta segunda-feira o presidente da Empresa de Planejamento Logístico (EPL), Bernardo Figueiredo. "Com a EPL vamos retomar e fazer o estudo de viabilidade das outras ligações", disse Figueiredo, que participou de uma palestra na Câmara de Comércio Americana (Amcham), no Rio de Janeiro.
Esses trechos já estavam previstos no lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas acabaram não tendo andamento. De acordo com o executivo, ainda não há nenhuma estimativa dos custos desse projeto. Figueiredo estimou que o valor da tarifa média para viagens no trem-bala fique entre R$ 150 e R$ 200, abaixo da tarifa máxima prevista a preços de hoje pelo governo, de R$ 250.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Brasil - exportação de commodities


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Estrutura das exportações brasileiras


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Ajude - economistas que entendem a economia

Help Wanted: Economists Who Understand the Economy

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Ronald Coase
Ronald Coase, the 101-year old, Nobel Prize-winning economist from whose essay, “The Lighthouse in Economics” the Independent Institute takes its logo, is at it again: tweaking his fellow economists for being out of touch with reality in a new piece in the December 2012 Harvard Business Review (HBR), “Saving Economics from the Economists.”
Economics as currently presented in textbooks and taught in the classroom does not have much to do with business management, and still less with entrepreneurship. The degree to which economics is isolated from the ordinary business of life is extraordinary and unfortunate.
Coase is well known for—gasp—venturing out of the ivory tower to go see how people and firms actually operate in the real world. Terribly unorthodox and anti-academic, but he is English, after all, and everyone knows they’re somewhat eccentric.
Just as Coase blew the lid off the myth of the pure “public good” (lighthouses), he also revolutionized understanding of why firms exist, as well as showing that understanding economics negates much of the perceived need for government regulation.
Unfortunately, as he points out in his current HBR piece, his brand of economics rooted in the real world is increasingly rare, with the result:
Government is increasingly seen as the ultimate solution to tough economic problems, from innovation to employment.
Economics thus becomes a convenient instrument the state uses to manage the economy, rather than a tool the public turns to for enlightenment about how the economy operates.
Yet the current era, with an explosion of increasingly complex and diverse economic relationships, is precisely when the field of real-world economics could provide the information desperately needed for markets to work well.
We’re glad Dr. Coase is still going strong. It would be wonderful to celebrate his upcoming 102nd birthday on December 29th by seeing a strong response to his plea to his profession:
It is time to reengage the severely impoverished field of economics with the economy. Market economies springing up in China, India, Africa, and elsewhere herald a new era of entrepreneurship, and with it unprecedented opportunities for economists to study how the market economy gains its resilience in societies with cultural, institutional, and organizational diversities. But knowledge will come only if economics can be reoriented to the study of man as he is and the economic system as it actually exists.
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O problema com patentes de software

End Software Patents!
 by Alex Tabarrok on November 26, 2012 at 7:31 am in Economics, Film, Law | Permalink
Here’s a fun video on the problem with patents brought to you by myself and the great folks at Idea Rocket Animation! Read Launching the Innovation Renaissance (amz) for more (TED book app).
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Maldita esta desigualdade do sistema capitalista!

Defensoria pública de Roraima abre concurso com salário de R$ 13,9 mil

26/11/2012-09h48
|DE SÃO PAULO
A defensoria pública do Estado de Roraima abriu concurso público para preencher seis vagas no cargo de defensor público substituto, com remuneração de R$ 13.907,08.
Inpi abre concurso com salário de até R$ 6.557
Superior Tribunal Militar abre concurso com salário de R$ 21,7 mil
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Entenda as causas da Grande Depressão

Quer saber tudo sobre Grande Depressão americana? 
de Paul Johnson  "... A Grande Depressão de 1929 começou com quebras bancárias que ocorreram porque o Fed parou repentinamente de expandir a oferta monetária. Os bancos — que praticavam reservas fracionárias — começaram a restringir empréstimos e a pedir a quitação de empréstimos pendentes. As pessoas se assustaram com a situação e correram para sacar seu dinheiro dos bancos. Por causa das reservas fracionárias, isso gerou uma série de falências bancárias. Essas falências bancárias geraram uma forte contração na oferta monetária — consequentemente, uma recessão. Tal recessão não precisaria durar mais de um ano caso o governo americano permitisse ampla liberdade de preços e salários, de modo que estes se adequassem à nova realidade da oferta monetária. Porém, o governo fez exatamente o contrário: ele implementou políticas de controle de preços, controle de salários, aumento de tarifas de importação, aumento de impostos, aumento de gastos, aumento do déficit e estimulou uma arregimentação sindical de modo a impedir que as empresas baixassem seus preços.
Resultado: a recessão foi prolongada por 15 anos...."
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Armadilha da dívida

Evita cair na armadilha da isca da dívida que os bancos oferecem
BBC Documentary | The Money Trap | How Banks Control the World Through Debt
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Crescimento econômico brasileiro

País deve ter o pior crescimento desde governo Collor

A presidente Dilma Rousseff deverá encerrar os dois primeiros anos de seu mandato com a segunda pior média de crescimento da história recente do Brasil, só perdendo para o período Collor. No biênio 2011-2012, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá ser da ordem de 2,1%, considerando uma expansão de 1,52% prevista para este ano pela mediana do mercado financeiro na pesquisa do Boletim Focus, do Banco Central (BC).
Nos dois primeiros anos do primeiro e do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, essa média foi de, respectivamente, 3,4% e 5,6%, e nos de Fernando Henrique Cardoso, de 3,2% e 2,3%. Já no de Fernando Collor de Mello, ficou em 0,25%.
Economistas alertam para o risco de 2013 piorar o prognóstico para o governo, caso não mude o foco da política de crescimento - hoje baseada no aumento do consumo - passando a incentivar mais o investimento e melhorar a produtividade.
Na sexta-feira (30), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar os números do PIB referentes ao terceiro trimestre. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê crescimento de 1,2% na comparação com o segundo trimestre.
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Crescimento econômico sustenável do Brasil

PIB acima de 4% não é sustentável, admite governo

O limite de crescimento brasileiro atualmente está por volta de 4% ao ano, reconhece um destacado membro da equipe econômica do governo. "De forma sustentável, acima de 4% é difícil hoje. Um ano ou outro a gente consegue, como em 2010, quando cresceu 7,5%. Mas é difícil porque as restrições na economia talvez não permitam isso. Restrições do mercado de trabalho, da infraestrutura", diz a fonte.
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Vettel/Alonso - corrida de pontos

Nunca desista

domingo, 25 de novembro de 2012

Bolsa de valores americana 1966-2012


Documentário sobre Friedrich A. Hayek

O século 20 experimentou uma expansão do poder governamental sobre a vida das sociedades e indivíduos sem paralelo na história humana. Muito disso foi o resultado de duas guerras mundiais devastadoras e as ideologias totalitárias que desafiaram diretamente a liberdade individual e as instituições livres de uma sociedade aberta. Outras formas de expansão na provisão de bem estar social e a regulação da economia, enquanto mais benigna em seus objetivos, nunca se posicionaram como um auxílio a liberdade pessoal.

Poucos indivíduos fizeram mais para extender nosso entendimento dos processos econômicos de uma sociedade livre e nos alertar para os perigos inerentes no crescimento do poder político do que Hayek. Em meio século de produção acadêmica e palestras, ele mostrou porque o nacional socialismo foi a completa antítese do Capitalismo, porque o comunismo foi uma filosofia econômica e política em última análise fadada ao fracasso, e porque nós devemos estar alerta da intervenção governamental se nós queremos preservar a liberdade que torna a prosperidade, paz e convivência pacífica possível.

Friedrich A. Hayek ganhou o prêmio Nobel de economia e é reconhecido como muitos como o maior pensador do século 20 e até mesmo das últimas 5 décadas.

Transcrição, tradução e legendas de Lia Defendi.
Revisão de Juliano Torres.
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Banco Central do Brasil compra ouro

The IMF reported Wednesday that the Banco Central do Brasil has increased its gold holdings for the second straight month, to the highest level in 11 years, as Latin America’s biggest economy looks to diversify its vast international reserves.
Brazil’s aggressive efforts to weaken its currency by buying dollars – about $132 billion since the beginning of 2008 – have left the country with the sixth biggest international reserves in the world, about 80% of which is denominated in the US currency.
However, recent turmoil in currency markets and concerns over the global financial crisis and fiat currencies in general has given Brazil’s authorities even more reason to diversify their holdings. 
It has frequently stated its intention to diversify assets and reduce its exposure to currency risk.
Recent sharp weakness in Brazil’s real (see table) and systemic risks are leading central banks, including the BCB to diversify into gold.
Brazil raised its gold holdings by 17.2 tonnes in October to 52.5 tonnes, the highest level since January 2001. The move comes on the back of Brazil’s 1.7 tonne increase in September, the country’s first significant gold purchase in a decade.
In December last year, 83.5% cent of the central bank’s $352 billion reserves was held in increasingly risky government bonds, 15.6% was in other bonds and bank deposits while only 0.8% of reserves was held in other asset classes such as gold.

sábado, 24 de novembro de 2012

Nassim Taleb sobre bancos e o sistema financeiro

Nassim Taleb Speaks to a Clueless Congress (Part 2 of 2) 
Taleb criticizes the widely used risk management measurement system of Value at Risk (VaR). The members of Congress that he is speaking were completely clueless and will therefore transform their cluelessness into uselessness as legislators. No surprise there. If there was one thing that Congress should have taken away from his statement it would be to not trust econometricians, actuaries, and others who believe they can predict future events with information/data from the past. These "experts" (that help create disasters such as the housing collapse, Social Security, and the newly created unsustainable health care legislation) believe that their intellect, education, hubris, and arrogance is reason enough for them to make decisions for over three hundred million people.
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Friedman sobre Keynes

Keynes, por M. Friedman

Milton Friedman escreveu em 1988 um excelente texto sobre John Maynard Keynes. Curto, com bastante conteúdo e mesmo acessível, em que ele revisa a obra e a influência de Keynes. Está aqui, muito recomendado.

Discordar do trabalho dele, ou de Einstein, ou de qualquer outro é ótimo: é pelo embate saudável de ideias que o conhecimento avança. Mas como é que alguém (como os autores dos meus livros de história de ensino médio) pode odiar Friedman? Simples, é só não lê-lo ou tomar conhecimento de sua obra, e criar espantalhos.

O texto traz ainda uma interessante correspondência entre Keynes e Hayek.
Fonte

Teoria econômica

"And it is probably no exaggeration to say that every important advance in economic theory during the last hundred years was a further step in the consistent application of subjectivism." -- F. A. Hayek, The Counter-Revolution of Science (1952, p. 52)

Mercados financeiros

Entrevista com Bill Bonner sobre mercados financeiros, política monetária e fiscal e o bancos centrais
http://www.youtube.com/watch?v=vWyigKEV3xk&feature=youtube_gdata_player

Dívida pública americana


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Amor para a ciência

‎"I think there is only one way to do science – or to do philosophy for that matter; to meet a problem, to see its beauty and fall in love with it; to get married to it, and to live with it happily, till death do ye part - unless you should meet another and even more fascinating problem, or unless indeed you should 
obtain a solution. But even if you do obtain a solution you may then discover to your delight, the existence of a whole family of enchanting though perhaps difficult problem children for whose welfare you may work, with a purpose to the end of your days.” - Karl Popper

Crescimento econômico previsão


Governo brasileiro acredita em crescimento de 4% em 2013, apesar da crise

Rio de Janeiro, 23 nov (EFE).- A economia do Brasil poderá crescer pelo menos 4% em 2013, apesar do cenário internacional desfavorável por causa da crise econômica, afirmou nesta sexta-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
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Sinopse das escolas econômicas

A posição das escolas austríaca, de Chicago, keynesiana e marxista em 17 questões econômicas
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Austeridade fiscal

Os quatro tipos de austeridade - por que o governo cortar gastos é positivo para a economia
por , sexta-feira, 23 de novembro de 2012

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Quem acompanha a situação europeia exclusivamente pela mídia fica com a certeza de que o termo 'austeridade' é uma manifestação explícita do anticristo, e que se trata de uma medida que deve ser evitada de todas as formas. A ideia é que reduções nos gastos do governo tiram a sustentação da economia e a empurram para uma interminável espiral depressiva. Curiosamente, quando a imprensa fala em austeridade, ela menciona em tom crítico apenas uma parte dela, que é o corte de gasto, e nada fala sobre a outra parte, que é o aumento de impostos e seus efeitos genuinamente recessivos.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Abismo fiscal

Tombini diz não ver 'abismo fiscal' nos EUA

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, se mostrou otimista em relação à situação fiscal dos Estados Unidos, avaliando que até o início de 2013 haverá evolução nas negociações do governo de Barack Obama com o Congresso para evitar o abismo fiscal - corte de gastos públicos e aumento de impostos. "Não teremos abismo fiscal nos Estados Unidos. Não cremos nisso", disse Tombini durante audiência pública na Comissão Mista do Orçamento no Congresso Nacional, nesta quinta-feira.
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Veja também:
Antony Mueller: The Economics of the Fiscal Cliff

O cinco estágios da ascenção e declínio de um país

The Five Stages Of A Sovereign's Life-Cycle

Tyler Durden's picture

Bridgewater's Ray Dalio believes four factors drive relative economic growth: competitiveness, indebtedness, culture, and luck. The returns from his machine-like investment process clearly indicate he is on to something as he notes that the most powerful influences of this relative income (and power) are 1) the psychology that drives people’s desires to work, borrow and consume and 2) war (which we measure in the “luck” gauge).

Via Bridgewater:
Throughout history, Dalio advises these two influences have changed countries’ competitiveness and indebtedness which have caused changes in their relative wealth and power. He goes on to add that since different experiences lead to different psychological biases that lead to different experiences, etc., certain common cause-effect linkages drive the typical cycle of a nation's growth, power and influence.

To summarize, we believe that countries typically evolve through five stages of the cycle:

1) In the first stage countries are poor and think that they are poor.

In this stage they have very low incomes and most people have subsistence lifestyles, they don’t waste money because they value it a lot and they don’t have any debt to speak of because savings are short and nobody wants to lend to them. They are undeveloped.
2) In the second stage countries are getting rich quickly but still think they are poor.

At this stage they behave pretty much the same as they did when they were in the prior stage but, because they have more money and still want to save, the amount of this saving and investment rises rapidly. Because they are typically the same people who experienced the more deprived conditions in the first stage, and because people who grew up with financial insecurity typically don’t lose their financial cautiousness, they still a) work hard, b) have export-led economies, c) have pegged exchange rates, d) save a lot, and e) invest efficiently in their means of production, in real assets like gold and apartments, and in bonds of the reserve countries.
3) In the third stage countries are rich and think of themselves as rich.

At this stage, their per capita incomes approach the highest in the world as their prior investments in infrastructure, capital goods and R&D are paying off by producing productivity gains. At the same time, the prevailing psychology changes from a) putting the emphasis on working and saving to protect oneself from the bad times to b) easing up in order to savor the fruits of life. This change in the prevailing psychology occurs primarily because a new generation of people who did not experience the bad times replaces those who lived through them. Signs of this change in mindset are reflected in statistics that show reduced work hours (e.g., typically there is a reduction in the average workweek from six days to five) and big increases in expenditures on leisure and luxury goods relative to necessities.
4) In the fourth stage countries become poorer and still think of themselves as rich.

This is the leveraging up phase – i.e., debts rise relative to incomes until they can’t any more. The psychological shift behind this leveraging up occurs because the people who lived through the first two stages have died off or become irrelevant and those whose behavior matters most are used to living well and not worrying about the pain of not having enough money. Because the people in these countries earn and spend a lot, they become expensive, and because they are expensive they experience slower real income growth rates. Since they are reluctant to constrain their spending in line with their reduced income growth rate, they lower their savings rates, increase their debts and cut corners. Because their spending continues to be strong, they continue to appear rich, even though their balance sheets deteriorate. The reduced level of efficient investments in infrastructure, capital goods and R&D slow their productivity gains. Their cities and infrastructures become older and less efficient than those in the two earlier stages. Their balance of payments positions deteriorate, reflecting their reduced competitiveness. They increasingly rely on their reputations rather than on their competitiveness to fund their deficits. They typically spend a lot of money on the military at this stage, sometimes very large amounts because of wars, in order to protect their global interests. Often, though not always, at the advanced stages of this phase, countries run “twin deficits” – i.e., both balance of payments and government deficits.
5) In the last stage of the cycle they typically go through deleveraging and relative decline, which they are slow to accept.

After bubbles burst and when deleveragings occur, private debt growth, private sector spending, asset values and net worths decline in a self-reinforcing negative cycle. To compensate, government debt growth, government deficits and central bank “printing” of money typically increase. In this way, their central banks and central governments cut real interest rates and increase nominal GDP growth so that it is comfortably above nominal interest rates in order to ease debt burdens. As a result of these low real interest rates, weak currencies and poor economic conditions, their debt and equity assets are poor performing and increasingly these countries have to compete with less expensive countries that are in the earlier stages of development. Their currencies depreciate and they like it. As an extension of these economic and financial trends, countries in this stage see their power in the world decline.
So the US (and much of the advanced economies of the world) are clearly in Stage 5 (or perhaps delusional still in Stage 4) and now we hope for a 'beautiful deleveragin vs an 'ugly deleveraging'
Fonte

Ciência - conhecimentos de consensu

The Scientific Blind Spot

Knowledge is less a canon than a consensus.

In 1870, German chemist Erich von Wolf analyzed the iron content of green vegetables and accidentally misplaced a decimal point when transcribing data from his notebook. As a result, spinach was reported to contain a tremendous amount of iron—35 milligrams per serving, not 3.5 milligrams (the true measured value). While the error was eventually corrected in 1937, the legend of spinach's nutritional power had already taken hold, one reason that studio executives chose it as the source of Popeye's vaunted strength.
The point, according to Samuel Arbesman, an applied mathematician and the author of the delightfully nerdy "The Half-Life of Facts," is that knowledge—the collection of "accepted facts"—is far less fixed than we assume. In every discipline, facts change in predictable, quantifiable ways, Mr. Arbesman contends, and understanding these changes isn't just interesting but also useful. For Mr. Arbesman, Wolf's copying mistake says less about spinach than about the way scientific knowledge propagates.
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Política cambial do BaCen


BC quer evitar que real se valorize além dos fundamentos, diz Tombini
Por Eduardo Campos, Monica Izaguirre, Thiago Resende e Ribamar Oliveira | Valor
BRASÍLIAO presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou nesta quinta-feira que a desvalorização cambial ajuda no processo de evolução da indústria. Em audiência pública no Congresso, Tombini disse que o país vive um regime de câmbio flutuante, mas que é preciso ter precaução para que o real não se valorize além de seus fundamentos.


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Discussão sobre "Why Nations Fail"


Acemoglu/Robinson:

"Several people asked us why we haven’t responded to Jeffrey Sachs’s review of Why Nations Fail in Foreign Affairs. Well the answer was sort of in-between the lines in our response to Arvind Subramanian review (the original review is here and our response is here): we said that thoughtful reviews deserve thoughtful answers. What about not-so-thoughtful ones?. --

Desenvolvimentismo brasileiro


Diogo Costa: ".. O Brasil nunca escapou totalmente da mentalidade desenvolvimentista. Na última campanha presidencial, o candidato do PSDB contava e repetia sua política industrial para o Brasil. Iria tomar as rédeas da economia nas próprias mãos para guiá-la rumo a sua grande visão de desenvolvimento nacional. Derrotado o candidato, mas não a ideia, hoje o BNDES vem batendo recordes de empréstimos para escolher as indústrias que devem tornar o Brasil a grande economia industrial do futuro.
A não ser que nosso futuro esteja no século XIX, é melhor nos acostumarmos com uma era em que a prosperidade não está na capacidade industrial de uma economia, mas em sua capacidade de descobrir suas próprias vantagens comparativas.
Não é fácil desfazer a mentalidade desenvolvimentista. Os alunos já chegam com ela na faculdade, e não se desapegam com argumentos que mostram como a ideologia de desenvolvimentismo industrial é a praga dos países subdesenvolvidos...."
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Aleatoriedade, probabilidade e incerteza

Randomness, probability and uncertainty

Antifragile: Things that Gain from Disorder. By Nassim Nicholas Taleb. Random House; 519 pages; $30. Allen Lane; £25. 


WHAT is the opposite of fragility? Though not quite right, “resilience” and “robustness” are two words that come to mind. If fragility means something that breaks under stress, its exact opposite should mean something that grows stronger under pressure. There is no word that quite captures this, says Nassim Nicholas Taleb, an American essayist and scholar, so he has invented one: “antifragile”.
That, after all, is what nature does. Evolution is a system for turning random mutations to lasting advantage. The body responds well to certain pressures; the bones in the racquet-holding arm of professional tennis players are stronger than those in the other arm, for example.
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