quarta-feira, 30 de junho de 2010

O aumento da carga tributária no Brasil


Sarney
21,2%
Collor
27,0%
Itamar
26,9%
FHC
28,7%
Lula
34,2%

Uma curta história da dívida soberana

Apresentação em ppt de Niall Ferguson:
http://www.iie.com/publications/papers/ferguson201005.pdf

Keynes sobre inflação, moeda e déficits fiscais

"...Keynes (1919 [1971], pp. 144, 149) laid responsibility for the inflation at the door of the “belligerent governments” during the war, most of whom were continuing to monetize their debts, rather than to pay for their expenditure by raising taxes or issuing loans. Whether due to “necessity or incompetence,” it was a policy which “a Bolshevist might have done by design.” The problem with ongoing inflation was that, with the arbitrary “rearrangement of riches” and wild fluctuations in prices it brought, confidence in the credit system would collapse, thereby undermining the “ultimate foundation of capitalism.” The disintegration would be
accelerated by the way that governments were attacking “profiteers” in an attempt to shift the blame for the inflation: “These ‘profiteers’ are, broadly speaking, the entrepreneur class of capitalists, that is to say, the active and constructive element in the whole capitalist society, who in a period of rapidly rising prices cannot help but get rich quick whether they wish it or desire it or not.” The European situation was now dire. Facing starvation, “Men will not always die quietly . . . in their distress [they] may overturn the remnants of organisation, and submerge civilisation itself.” 
.. In the Economic Consequences, Keynes (1919 [1971], p. 160) was more sanguine, arguing that there was not “the slightest possibility of catastrophe or any serious likelihood of a general upheaval of society” in Britain. Keynes was, however, a vehement supporter of the increases in interest rates the Bank of England implemented in November 1919 and April 1920 (Moggridge, 1992, pp. 354–60). Indeed, when consulted by the Chancellor of the Exchequer in February 1920, Keynes (1920 [1977], p. 184) argued for an even tighter monetary policy, on the ground that continuing high inflation would “strike at the whole basis of contract, of security, and of the capitalist system generally.” As Donald Moggridge (1992, p. 359)  subsequently observed in his biography of Keynes, the “argument was that of the author of the Economic Consequences.”
Full text: Retrospectives: Who Said “Debauch the Currency”: Keynes or Lenin? 
Michael V. White and Kurt Schuler
Vale bem estudar todo o artigo. Use google translate para traduzir to texto. 

terça-feira, 29 de junho de 2010

Macro III - Prova 3

I.                    Senhoriagem
= as receitas (do governo) da criação de moeda:
ΔM/P
Ou
ΔM/P = (ΔM/M) x (M/P)
ΔM/M = crescimento da moeda nominal
M/P = saldos monetários reais
Def:  A senhoriagem é igual ao produto entre o crescimento da moeda nominal e os saldos monetários reais.
Assim: Quanto menores os saldos monetários reais, maior é a taxa de crescimento da moeda nominal necessário, e, portanto, maior é a taxa de inflação necessária para gerar um dado montante de senhoriagem.
Entende também os conceitos:
Imposto inflacionário
Monetização da dívida
Curva de Laffer
Custos de estabilização
Relação entre déficit orçamentais e inflação

II.                  Política econômica
Incertezas e expectativas
Incerteza multiplicativa: como os efeitos da política econômica são incertos, as políticas econômicas mais ativas levam a mais incerteza
Regime uncertainty (incerteza de regime)
Aprendizagem
Limites da sintonia fina e controle ótimo
Interações estratégicas
Inconsistência temporal
Independência e autonomia do Banco Central
Ciclo econômico político
Restrições fiscais e interesses políticos

III.                Política monetária
Ilusão monetária
Relação entre massa monetária, taxa de inflação e crescimento econômico real
Receita monetarista
Agregados monetários
Controle da massa monetária
Controle da taxa de juros
Metas da inflação
Inflation targeting (Metas de inflação)

^            ^    ^
M = π + y – V

Com var % de V = 0 
       ^    ^
π = M – y

A Regra de Taylor
it = i* + a(πt – π*) – b(ut – un)
Com i* = r + π*


Segundo a regra de Taylor, como é a taxa de juros que afeta diretamente os gastos, o Banco Central deveria fixar uma taxa de juros em vez de uma taxa de crescimento da moeda nominal.
A regra de Taylor sugere um modo de pensar a política monetária: uma vez que o Banco Central tenha fixado uma meta de taxa de inflação, deveria tentar atingi-la ajustando a taxa nominal de juros.

“policy rate” (SELIC, FFR, etc.)
Operações de mercado aberto
Conselho Monetário Nacional (CMN)
Metas de inflação no Brasil


IV.             Política fiscal e orçamental

A variação da dívida é (Bt – B t-1)
O pagamento de juros é (rB t-1)
O déficit primário é (Gt – Tt)

Bt – B t-1 = rB t-1 + (Gt – Tt)
reformulando:
Bt = (1 +r)B t-1 + Gt – Tt

Coeficiente de endividamento
(Bt/Y) = (1 + r - g) (Bt-1/Yt-1) + (Gt – Tt/Yt)

O coeficiente de endividamento , i.e. a ração entre a dívida e o PIB (Bt/Yt) será
maior:
Quanto maior for a taxa real de juros
Quanto menor for a taxa de crescimento do produto
Quanto maior for o coeficiente de endividamento inicial
Quanto maior for a razão entre o déficit primário e o PIBMais conceitos básicos
Déficit primário
Equivalência ricardiana
Estabilizador automático
Repúdio da dívida
Risco soberano

Livro de Texto: Blanchard, Cap. 23-26

Tradução (de google translate) do artigo citado abaixo

Tradução do inglês para portuguêshttp://www.google.com.br/images/cleardot.gifMostrar romanização
De quem é a culpa pelo estado da economia mundial? Para ouvir uma série de presidentes, investidores, especialistas e ministros de finanças, apenas um país: Alemanha. 

E.U. presidente Barack Obama sugere que os alemães estão a enviar de volta ao mundo em recessão. George Soros diz que eles estão destruindo o euro. Ministro das Finanças francês Christine Lagarde pensa que eles estão empurrando a zona do euro em deflação.

É tudo uma loucura.

Alemanha superávit comercial enorme não é parte do problema. Dificultando o elo mais forte não vai ajudar a economia europeia. E a Alemanha não poderia mudar de direção agora mesmo se quisesse. Em vez de criticar os alemães, outros países deveriam aprender a partir de segunda maior exportador do mundo. marcas alemãs como a Siemens AG, a Bayerische Motoren Werke AG e Bayer AG não apenas aparecer sem nenhum motivo.

Não é difícil encontrar pessoas que culpam os alemães para tudo dar errado no mundo. O país não tem recebido muitas críticas desde esta Segunda Guerra Mundial.

Antes da cúpula do Grupo dos 20 no Canadá, Obama repreendeu os países de corte da dívida pública como outra recessão ameaçada. E.U. secretário do Tesouro, Timothy F. Geithner para este mês chamado "crescimento mais forte da procura interna" nos países europeus que têm superávits comerciais, como a Alemanha.

Em resposta, a chanceler alemã Angela Merkel disse em um discurso na semana passada, ela havia dito a Obama que o corte nas despesas é "absolutamente importante para nós."

"Protagonista"

O investidor bilionário George Soros disse em uma palestra na semana passada que a Alemanha é o principal protagonista "na crise do euro e os planos de austeridade maior economia da Europa pode causar deflação na região.

Isso ecoou um tema empurrado por Lagarde, em março, quando ela alegou que a Alemanha deveria reduzir seu superávit comercial para ajudar os países com défices.

O consenso parece bastante clara. Se o mundo não resvalem para a recessão, e se o euro cai, é tudo culpa dos alemães. Sua insistência sobre a poupança de dinheiro, vivendo dentro de suas possibilidades, e começar a dívida sob controle é a maior ameaça que o mundo enfrenta.

Há apenas um senão com esta análise: É de cabeça para baixo.

A Alemanha tem um superávit comercial grande: foi de 13,4 bilhões de euros em Abril. E é cortar o déficit orçamentário: Merkel pretende fatia 80000000000 € de despesa do estado, começando em 2011.

Três razões

Mas isso não quer ameaçar ninguém. Aqui está o porquê.

Em primeiro lugar, o superávit comercial alemão não é o que criou as lacunas comércio maciço na Grécia, Espanha e no resto da zona euro. Embora seja verdade que todo excedente tem que ser acompanhado por um déficit em algum outro lugar, não se segue que a Alemanha criou o buraco negro nas finanças grego ou espanhol. Você poderia muito bem argumentar que os gregos e os espanhóis criaram o superávit comercial alemão, por excesso de consumo, ao invés de afirmar que a Alemanha criou déficits em outros países por não se consumir o suficiente.

Na realidade, o espanhol optou por basear sua economia em um boom de construção, e os gregos com base em seus gastos do governo generoso. Eles poderiam ter criado competitivo, as economias orientadas para a exportação. Eles não tinham e não há nenhum ponto em reclamar sobre os países que fizeram.

Em segundo lugar, reduzir o superávit comercial alemão é a solução errada. Você pode muito bem dizer a seleção brasileira de futebol que é permitido jogar na Copa do Mundo com apenas nove homens em campo, porque caso contrário não seria justo para todos. É estúpido. Você não pode melhorar a economia da zona euro, dizendo o seu membro mais forte para enfraquecer-se. Você tem que se concentrar nos problemas estruturais nos países com déficit grande. Essa é a única maneira de resolver a crise.

Frugal alemães

Em terceiro lugar, o reequilíbrio do comércio na área do euro não irá funcionar. Há cerca de ponto muito em dizer que os alemães a adotar o consumo como há em perguntar Tiger Woods para assumir o celibato. Não vai acontecer, então o que é o ponto de perguntar? A única maneira de o governo alemão pode engenheiro déficits comerciais - como Obama, Soros e Lagarde parecem pensar que deveria - é através da oferta de pacotes de estímulo ainda maior.

Isso seria apenas fazer lares alemães economizar mais, temendo a inflação e os aumentos de impostos que se seguem. A frugalidade está no caráter nacional. Você não pode mais receber os alemães a esbanjar o dinheiro que você pode obter os franceses a parar de comer queijo.

A crise do euro não será corrigido por fazer da Alemanha o bode expiatório. O país tem um superávit comercial porque ele faz muitas coisas que as pessoas querem comprar: carros, máquinas, produtos farmacêuticos e produtos técnicos. A razão pela qual a Alemanha não consomem tanto como alguns economistas e políticos dizem que deve é porque as pessoas são avessos a dívida. Atingir o máximo de cartão de crédito, que faz parte do cotidiano os E.U. e Reino Unido, apenas nunca peguei na Alemanha.

Trabalhando duro? Fazendo grandes produtos? Viver dentro do seu meio? Aqueles que não são maus princípios sobre os quais a base de uma economia.

(Matthew Lynn é colunista da Bloomberg News. As opiniões expressas são de sua própria).

Para contatar o escritor desta coluna: Matthew Lynn, em Londres, matthewlynn@bloomberg.net

http://www.google.com.br/images/cleardot.gifSugira uma tradução melhor

Recursos para Macro II e Macro III

"... Who is to blame for the state of the world economy? To listen to a range of presidents, investors, pundits and finance ministers, just one country: Germany.
U.S. President Barack Obama suggests the Germans are sending the world back into recession. George Soros says they are destroying the euro. French Finance Minister Christine Lagarde thinks they are pushing the euro area into deflation.
It is all crazy.
Germany’s huge trade surplus isn’t part of the problem. Handicapping the strongest link won’t help the European economy. And Germany couldn’t change direction now even if it wanted to. Instead of criticizing the Germans, other nations should be learning from the world’s second-biggest exporter. German brands such as Siemens AG, Bayerische Motoren Werke AG and Bayer AG didn’t just appear for no reason...
Leia mais

veja tradução de google acima

Recursos para Macro II e Macro III

Segue aqui a tradução do artigo citado abaixo
"Record Lula Bank Loans Overwhelm Push to Weaken Real as Rates Surpass 10%"   
do google translate do Inglès em Português.
"Um rali de cinco semanas na real brasileira é limitar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esforços para tornar as exportações do país mais competitivo nos mercados internacionais. O próprio Lula é co-responsável, de acordo com o professor da Universidade de Harvard Ricardo Hausmann. Record empréstimos do banco estatal de fomento, conhecido como o BNDES, está contribuindo para o rápido crescimento econômico em 15 anos, levando o banco central a elevar a taxa básica de juros overnight de 1,5 pontos percentuais este ano, para 10,25 por cento, disse Hausmann. As maiores taxas estão atraindo capital para ativos de renda do Brasil fixo e alimentando os ganhos na real de  que Lula, 64 anos, procurou reduzir a implementação de um imposto de 2 por cento dos investimentos estrangeiros em ações e títulos em outubro. "O BNDES deve ser condenada a retardar o crescimento de crédito", Hausmann, diretor do Centro de Harvard para o Desenvolvimento Internacional, em Cambridge, Massachusetts, disse em uma entrevista por telefone 23 de junho. "Embora o banco central está a tentar controlar a inflação de forma responsável, o BNDES é a expansão dos empréstimos. Isso significa que o banco central terá que elevar as taxas de muito mais. " O real é o ganhador do segundo maior em mercados emergentes, desde 20 de maio, subindo 4,7 por cento para 1,7984 por dólar. A Fitch Ratings afirmou ontem que o crescimento na concessão de empréstimos do BNDES também está retardando a redução da dívida do Brasil como porcentagem do produto interno bruto, criando uma preocupação, uma vez que considera elevar o rating do governo do BBB-, o ranking mais baixo grau de investimento. Fitch mudou a perspectiva do rating de estável para positiva, citando a dinâmica do país "crescimento" e "resistência" durante a recessão global do ano passado. "Encargos adicionais" "Estes são os aspectos positivos que observamos, no entanto, acreditam que o Brasil precisa exercer alguma contenção orçamental", Shelly Shetty, analista da Fitch, em Nova York, disse em uma entrevista por telefone. "As atividades do BNDES está colocando uma carga adicional na política monetária para conter a demanda interna excessiva." BNDES, o quarto maior banco do país em ativos, disse em 01 de junho comunicado que reforçou empréstimo de 34 por cento nos primeiros quatro meses do ano para 35,7 bilhões de reais. BNDES Rio de Janeiro com base emprestou um recorde de US $ 72.000 milhões ano passado, o presidente do Banco, Luciano Coutinho, disse em uma entrevista de 4 de março, em Londres. Um porta-voz do BNDES não retornou um telefonema que procuram o comentário ontem. Um porta-voz do Ministério das Finanças não quis comentar. Rally de 97% Vice-secretário do Tesouro, Paulo Valle, disse em uma entrevista de 21 de junho de Nova York que o empréstimo será patrocinada pelo Estado "estabilizar" os bancos privados como parte de mercado "aumento" em meio à expansão econômica. empréstimos bancários pendentes aumentou 2,1 por cento, o ritmo mais rápido em 10 meses, para 1,5 trilhões de reais em maio, segundo o banco central. O rali real é agarrado por três semanas, 7,6 por cento através de slide 20 de maio, que foi provocada em parte pela crise da dívida diz respeito à Europa seria diminuir a demanda para as exportações de commodities brasileiras. O real é de -3,1 por cento este ano, depois de postar um ganho de 33 por cento em 2009, que fez divisa com melhor desempenho mais importantes do mundo. Seu avanço 97 por cento desde que Lula tomou posse, em 2003, é o maior entre todas as moedas monitoradas pela Bloomberg, exceto para os afegãos no Afeganistão. Lula instituiu o imposto de 2 por cento sobre os estrangeiros, em outubro, após as compras diárias do Banco Central do dólar no mercado de câmbio não conseguiu reverter o real é vaga. reservas cambiais do Banco Central subiram para um recorde de 254,000 milhões dólar de US $ 207 bilhões um ano atrás. Ministro das Finanças, Guido Mantega alertou os investidores tão recentemente como 26 de abril que o governo pode tomar "medidas adicionais" para conter a moeda e reforçar as exportações de commodities não. A inflação acima da meta- As exportações brasileiras subiu para US $ 72 bilhões nos primeiros cinco meses do ano, de US $ 55 bilhões no mesmo período do ano anterior, enquanto as importações saltaram para US $ 66 bilhões de $ 46 bilhões, de acordo com o Ministério do Comércio. A empresa exportou 10,6 bilhões dólares de mercadorias para a China, tornando o país asiático seu maior mercado no exterior, e $ 7.3 bilhões para os E.U. O real vai cair para 1,8 no final do ano antes de ganhar a 1,73 em meados de 2011, segundo uma pesquisa da Bloomberg, de 20 de economistas. Os comerciantes esperam que o banco central irá elevar a taxa básica de juros overnight a 12 por cento em dezembro para esfriar a economia e conter a taxa de inflação que superou meta de 4,5 por cento do governo anuais para os últimos cinco meses, os contratos futuros show. maior economia da América Latina vai expandir 7,1 por cento este ano, o ritmo mais rápido desde 1994, segundo uma pesquisa do Banco Central de cerca de 100 instituições financeiras, divulgada ontem. Sobreaquecimento da economia O rendimento extra procura investidores para segurar dólar títulos brasileiros, em vez de E.U. Treasuries subiu seis pontos base, ou 0,06 ponto percentual, a 245 por 9h49 horário de Nova York, de acordo com a JPMorgan. O custo de proteção da dívida do Brasil contra o não-pagamento por cinco anos com os swaps de default de crédito caiu dois pontos base para 129 ontem, segundo dados compilados pela CMA DataVision. Credit-default swaps pagar o valor de face do comprador em troca dos títulos subjacentes ou o equivalente em dinheiro deve um governo ou a empresa deixar de cumprir seus contratos de dívida. dívida do Brasil-relação ao PIB de cerca de 60 por cento é quase o dobro da média de 35 por cento para os países em BBB, a Fitch afirmou. Mantega disse que na Cimeira do G-20 em Toronto em 26 de junho que o Brasil está procurando reduzir a sua relação dívida / PIB para 30 por cento. Brasil tem "uma política que é excessivamente expansionista e está causando o superaquecimento da economia", disse Hausmann, um ex-ministro do Planejamento venezuelano que foi em Harvard desde 2000. "Eu gostaria de ver o Presidente Lula esfriar a economia usando uma contração do crédito", disse ele. Para contatar o repórter nesta história: Tal Barak Harif em Nova York, tbarak@bloomberg.net
http://www.google.com.br/images/cleardot.gifSugira uma tradução melhor

BNDES, o real e a política monetária e fiscal do Brasil

"... A five-week rally in the Brazilian real is limiting President Luiz Inacio Lula da Silva’s efforts to make the country’s exports more competitive in international markets. Lula himself is partly to blame, according to Harvard University Professor Ricardo Hausmann.
Record lending by the state development bank, known as BNDES, is contributing to the fastest economic growth in 15 years, prompting the central bank to raise the benchmark overnight rate 1.5 percentage points this year to 10.25 percent ...
... “BNDES should be ordered to slow credit growth,” Hausmann, the director of Harvard’s Center for International Development in Cambridge, Massachusetts, said in a June 23 telephone interview. “While the central bank is trying to responsibly control inflation, BNDES is expanding lending. That means the central bank will have to raise rates that much more.”
Leia mais
Vale de ler todo de este artigo. Use google translate para ler o artigo em Português. 

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Mercosul e União Europeia negociam acordo de livre comércio

"... Negociadores do Mercosul e da União Europeia começam nesta terça-feira (29), na capital argentina, a primeira rodada de negociações desde que os dois blocos decidiram retomar as conversas sobre um acordo de livre comércio..." Leia mais


domingo, 27 de junho de 2010

Macro III: Calculando "inflação" e "orçamento" no Brasil

Veja aqui no gráfico interativo sobre a "inflação" e o gastos públicos no Brasil:  

Inflação (IPCA) Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo

Acordo sobre ajuste fiscal

Comunicado do G20 diz que governos reduzirão deficits em 50% até 2013 

"... Um esboço do comunicado do G20 diz que os governos concordaram em reduzir pela metade seus deficits até 2013, segundo disse uma fonte do G20 neste sábado.O esboço afirma também que os países concordaram em estabilizar ou rduzir a relação dívida-PIB ..." Leia mais

Brasil resiste acordo sobre cortes dos gastos do G 20

"... Group of 20 leaders are poised to endorse targets to tackle deficits while giving nations flexibility on when to start balancing their books, according to officials with knowledge of drafts of the final statement.
Leaders will agree today on the need to cut deficits, while urging countries with the most precarious fiscal positions to accelerate their plans, according to the officials who declined to be identified by name because a final version of the statement hasn’t been completed...
The draft of the statement includes targets championed by Canadian Prime Minister Stephen Harper for countries to halve deficits by 2013 and start to stabilize their debt-to-output ratios by 2016, the officials said. Some countries, such as Brazil, are resisting the inclusion of those specific deadlines.
Leia mais sobre o G 20 encontro em Toronto 

As cidades mais caras para morar --- note o efeito da taxa de câmbio

Número 1: Tokyo, Japan  

dc.jpg


Rank in 2009: 2
Food: Lunch at a restaurant: $18
Can of beer from grocer: $3.37
One kg of rice: $8.47
One dozen eggs: $3.78
Entertainment: Movie ticket: $22
Appliances: Washing machine: $879
The strength of the yen has brought Tokyo back to the No. 1 spot on ECA International's ranking for the first time since 2005. In addition to the costs above, rent for a two-bedroom apartment for expats is typically more than $5,000 per month in Tokyo, according to data from EuroCost International. While visitors need more pocket money here than in any other city, the monthly consumer price index in Tokyo's wards has actually dropped year-on-year for 14 straight months as of May 2010, based on figures from Japan's statistics bureau.
No. 28: Rio de Janeiro, Brazil Rank in 2009: 13
No. 28: Rio de Janeiro, Brazil
FOOD: Lunch at a restaurant: $25
Can of beer from grocer: $1.48
One kg of rice: $1.68
One dozen eggs: $2.57
ENTERTAINMENT: Movie ticket: $11.27
APPLIANCES: Washing machine: $1,184
Currency trends brought Rio de Janeiro on to this list, as the real strengthened 34 percent against the U.S. dollar in 2009, reported Reuters. The city is an important industrial and financial center for Brazil and produces petroleum products, processed foods, chemicals, and pharmaceuticals.
Veja a lista completa

sexta-feira, 25 de junho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sovereign default - Quando governos param pagar a dívida pública

As bancarrotas soberanas chegam a ondas. Algumas nações, como a Argentina, são candidatos permanentes. Note que Brasil tinha defaults em 1826-28 e em 1932-45, mas depois (ainda) não mais.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Meta de inflação do Brasil para 2011 e 2012

CMN define meta de inflação para 2012 em 4,5%
Decisão do CMN foi anunciada nesta terça-feira; tendência até o fim do ano é de convergência do índice para a meta
AE
22/06/2010 14:25
O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu fixar em 4,5% o centro da meta de inflação para 2012. Segundo o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, a margem de variação da meta de inflação de 2012 é de dois ponto porcentuais para cima ou para baixo. O CMN também confirmou em 4,5% o centro da meta de inflação para 2011.
Leia mais

Prova Macro III

A tereceira prova em Macro III vai ter lugar na terça, 13 de Julho.
O conteúdo são as apresentações nas aulas baseadas nos capitulos 23-26.
O tema géral da prova é a política macroeconômica (monetária e fiscal).
Alem do livro de texto, recomendo usar a última parta da apostila Macro III
Fórmulas básicas Macro III.
Para melhor entender os modelos de Macro III recomendo usar as apostilas de Macro II 
A Macroeconomia das Expectativas
Demanda e Oferta Agregada.

O conteúdo específico da prova 3 em Macro III é:
- Senhoriagem
- Incertezas e expectativas
- Relação entre inflação e desemprego
- A política monetária de metas de inflação
- Regra de Taylor
- Relação entre déficits orcamentais e dívida pública
- Restrições fiscais

Macro II - a desvalorização do yuan

Para Meirelles, flexibilização do yuan permitirá o equilíbrio global

GRACILIANO ROCHA 
DE PORTO ALEGRE 

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse ontem que a decisão de o governo chinês de permitir a flexibilização do yuan vai promover o equilíbrio global. Segundo ele, o comércio internacional está desequilibrado entre países com excesso de consumo, com é o caso dos Estados Unidos, e nações com consumo doméstico baixo, foco nas exportações e na poupança interna, com a China.
Leia mais 
Tarefa: Procure transformar esta curta análise para as fórmulas que foram discutitas na aula de Macro II. 
Veja também a postagem abaixo sobre a política cambial chinesa.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Aniversário


22 de Junho 1910 nasce o criador do primeiro computador eletromecânico:
Konrad Zuse (Berlim, 22 de Junho de 1910  Hünfeld, 18 de Dezembro de 1995) foi um engenheiro alemão e um pioneiro dos computadores. O seu maior feito foi a compleção do primeiro computador de programa controlado por fita guardada, o Z3, em 1941. Konrad Zuze inventou o primeiro computador eletromecânico, constituído de relés - efetuava cálculos e exibia os resultados em fita perfurada.
No Museu da Tecnologia de Bonn existem alguns de seus inventos, como o Z2, um dos primeiros computadores do mundo. Muitos acreditam que os primeiros computadores eram de um tamanho muito grande, porém eram na verdade equipamentos estranhos mas pequenos... 
Leia mais
Leia mais em inglès sobre a historia do computador
Eu acho que vale mais saber a historia da tecnica, da engenheiria, da ciência que da política. Infelizmente, o que se ensina nas escolas são historinhas sobre políticos e entre eles se escolha como objetos dos estudos os mais brutais e os mais bobos.

Explosão monetária

Leia a análise de Hugos Salinas Price sobre a conexão entre o abandono do padrão de ouro e as crises da dívida soberana (em inglés).

Provas Macro II e Macro III

3. prova Macro II: segunda, 12 de Julho
3. prova Macro III: terça, 13 de Julho

Macro II - teoria e política da taxa de câmbio da atualidade: o caso de China

" ... A China vai manter a taxa de câmbio do yuan a um nível basicamente estável, disse o banco central do país neste domingo, sugerindo que o novo regime cambial do país será muito parecido com o antigo.
A China anunciou no sábado que voltaria a fazer com que o yuan se tornasse mais flexível, mostrando que pretendia acabar com 23 meses de um câmbio fixo em relação ao dólar.
Mas um longo comunicado do banco central claramente descartou a possibilidade de uma mudança única, dizendo que não havia base para uma grande apreciação.
A falta de um aumento real da taxa de câmbio chinesa forneceu munição para os críticos, especialmente para os conservadores do Congresso americano, que dizem que as ações de Pequim falarão bem mais do que suas palavras e que penalidades deveriam ser aplicadas, caso o governo continue a manter o yuan artificialmente barato..."
Leia mais
Tarefa: procure transformar o texto em termos da teoria da taxa de câmbio, balanço de pagamento, dívida externa, poupança e outras categorias e fórmulas macroeconômicas.

A copa na vista de Paulo Coelho

Frequentador assíduo do Twitter, o escritor Paulo Coelho protestou contra a atitude do árbitro francês Stéphane Lannoy.
"Injustiça é parte do jogo e da vida. Isso dito, uma vitória lava tudo. Bravo #Kaka", filosofou o escritor no microblog. Antes, Paulo Coelho tinha usado a matemática para explicar a vitória brasileira: "Disciplina + inspiração = combinação perfeita. Brasil 3 x 1 Costa do Marfim", completou.
Além dos jogos do Brasil, Paulo Coelho costuma acompanhar os demais jogos na Copa do Mundo. "Tenho passado cinco horas por dia diante da TV sem nenhuma culpa", confessou o escritor via microblog.
Leia mais

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Links para pesquisa em ciências econômicas e sociais

http://www.brazilink.org/tiki-index.php?page=deep+web

Tempos modernos

“The damage and suffering caused by inflation during the course of history are enormous. Still, the worst excesses of inflation occurred only in the 20th century. This development was a consequence of the further technical development of money from coins to paper money and book money together with changes in the monetary regime or constitution ruling supply and control of money.” - Peter Bernholz, “Monetary Regimes and Inflation”

Os custos da Copa

Quando a FIFA vai transferir bilhões em lucros na Suiça, o povo de África do Sul vai pagar a conta final. Observações econômicas em relação com a copa 2010 e outros do passado com implicações para a Copa 2014 no Brasil.
Veja artigo (em alemão)
Veja também, como já postado antes a análise de Goldman Sachs.

sábado, 12 de junho de 2010

Independência do Banco Central do Brasil

June 11 (Bloomberg) -- Strengthening the independence of Brazil’s central bank will help reduce uncertainties in Latin America’s biggest economy, said Henrique Meirelles, president of the monetary authority.
Text completo

Política monetária

Estudar economia na forma divertida:
Veja esta desenho animado do Banco Central Europeu explicando os objetivos e a os instrumentos da política monetária:
ECB

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Falta de poupança

Da Folha de São Paulo: "... O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ressaltou nesta sexta-feira a necessidade de aumentar a poupança interna do país para estimular o crescimento. De acordo com ele, é importante que a escassez de capital do país seja baseada não apenas no fluxo externo.."
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Comentário: Para eles que estão participando no Macro III, a lógica de Henrique Meirelles é claro. De fato, o verdadeiro criador do crescimento econômico brasileiro dos últimos anos do lado da política foi o Henrique Meirelles. Como é ainda bastante raramente o caso no Brasil, Meirelles está em concordância com a teoria econômica sana e sabe como programar os insights. O grande mérito do Presidente Lula (baseado em o seu senso comum sano) é deixar atuar Meirelles, nada mais, mas nada menos também.Vale também lembrar: já podemos nos chamar felizes se a política não atrapalha. O melhor que podemos esperar é uma política monetária que sabe de suas limitações é graças a Deus Henrique Meirelles sabe.  Isto aparece simples, mas no Brasil ainda não é. No Brasil, como em outros países também, ainda temos de confrontar forças opostas contra o desenvolvimento, forças que estão em posicções de poder e usam este poder para o pior sem saber. Ainda não é raro que estes grupos em poder às vezes bloqueiam o progresso por causa de "intenções boas", mas erradas. É a tarefa principal de esta geração dos jóvens de hoje no Brasil julgar bem para salvar o seu futuro bom. 

terça-feira, 8 de junho de 2010

Crescimento econômico brasileiro

Economia cresce 9% no 1º tri e tem expansão anual recorde, diz IBGE
CIRILO JUNIOR Folha de São Paulo
"Em ritmo mais forte de expansão após a crise, a economia brasileira cresceu 2,7% no primeiro trimestre ante os três meses imediatamente anteriores, registrando o maior aumento nesse comparativo desde a expansão contabilizada no primeiro trimestre de 2004 (2,8%).
Já ante igual período no ano anterior, o incremento foi de 9,0%, apresentando o maior crescimento nesse confronto em toda a série histórica, iniciada em 1996 neste caso, segundo os dados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O PIB (Produto Interno Bruto) no período foi de R$ 826,4 bilhões..."   
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Comentário: um febre de consumo baseado em dívida não vai mostrar-se sustentável. As jubilações dos políticos em poder podem mostrar-se bastante enganosas no médio prazo. Acho que o Banco Central Brasileiro esperou demais tempo para frenar a economia. O "ciclo econômico político" continua no Brasil com consequências altamente problemáticas porque se agora o Banco Central quer de-acelerar o crescimento precisa já implantar um forte aumento da taxa de juros que contem o risco de um "overkill" monetário. Bem diferente das jubilações sobre os crescimento alto no Brasil, uma análise objetiva precisa notar que com esta taxa alta se mostra que o risco de confrontar novamente uma onde de inflação ou caer em uma forte recessão aumentou de verdade. Agora o Brasil precisa bastante sorte para não caer na armadilha de expectativas euforicas ilusórias.

Recuperação econômica continua

A recuperação da economia brasileira se acelera e já chegamos perto do ponto de uma expansão excessiva. Já aparecem engarafamentos na economia e se a expansão continua neste tempo, vamos entrar novamente na inflação e em vez de continuar o take-off experimentamos mais uma vez o voo da galinha.
Claramente, os políticos em poder estão feliz porque pensam de verdade que foram eles que criaram o crescimento. Mas o que conta é o crescimento ao longo do tempo. O desenvolvimento econômico não se decide a curto prazo mas é uma maratona.
É este fato que é tão dificil para o povo entender e para os políticos a respeitar.
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